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postado sob 2020, arte, EF1, EF2

Tudo o que você precisa é algumas dessas coisas:

• tesoura
• cola
• papel ou cartão (pode até ser de embalagem)
• giz de cera, guache, canetinhas, giz pastel...
• linha de bordar e agulha (se for bordar)

e Folhas - secas é melhor, mas podem ser verdes para algumas das atividades.
Dica: se tiver folhas na geladeira, que estiverem feinhas para comer, aproveite! Couve, por exemplo, pode virar uma cobra de recorte (Veja em “colagens com folhas”, adiante).

Se você não tem folhas, você pode criá-las!
Veja como:
Desenhe folhas de vários formatos numa folha de papel qualquer e depois recorte. Pode fazer com papeis de cores diferentes

Pintando as folhas

Existem várias maneiras de pintar as folhas e com diversos materiais: tinta guache, canetinhas (aquelas canetas corretivas brancas são ótimas para isso e as canetinhas pretas ou outras mais escuras também).

Pintando e colando

Mesclar desenho e pintura das folhas com colagens pode dar resultados surpreendentes e divertidos.

Carimbando com folhas

Você vai precisar de tinta guache ou acrílica (mais grossa, sem diluir), pincel e uma folha branca ou colorida, onde você vai imprimir a sua imagem, como nos exemplos abaixo.

Pode aproveitar e desenhar por cima, depois de seco.

Folhas como máscaras para pintura

Com o mesmo material da pintura aí de cima, agora você usa as folhas como máscaras para pintura. Pode sobrepor umas às outras, que fica ótimo!

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Recortes e colagens com folhas - uns simples, outros mais complicados

Escolha várias folhas e até flores, melhor ainda se tiverem formas e cores diferentes.

Escolha um papel ou cartão para base da sua colagem, use tesoura para mudar formas e cole. Pode misturar com colagens de papel,se quiser.

Folhas de comida, como couve, por exemplo, também servem (veja a cobra!).

 

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Dá também para testar outras coisas como, por exemplo, massinha!

postado sob 2020, corpo, dança, saúde
CONTEÚDO PARCIALMENTE RESTRITO
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Camila Cohen, nossa professora de dança e teatro, preparou um vídeo de alongamento e mobilidade articular para que vocês possam fazer em casa.

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postado sob 2020, cultura, saúde
foto reprodução
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Diante de uma Praça São Pedro completamente vazia, na sexta-feira, 27 de março, o Papa Francisco realizou uma oração especial pelo fim da pandemia do novo coronavírus. O evento foi difundido mundialmente por meio dos meios de comunicação, marcando um momento de isolamento físico e reflexão sobre toda a humanidade, sem distinção social, cultural, religiosa ou de gênero.

A  Covid-19 (provocada pelo SARS – CoV-19)  mudou, além do cotidiano das pessoas, muitas práticas e tradições  religiosas que também tiveram, naturalmente, que se adaptar às limitações para conter a propagação da doença. 

Nesta época, especialmente, ritos de Páscoa, Pessach e Ramadã —respeitados e celebrados por cristãos, judeus e muçulmanos, entre outros —  precisaram ser suspensos ou flexibilizados, recorrendo-se, inclusive, a recursos tecnológicos para a realização a distância de cultos e encontros familiares de celebração, como, por exemplo, o Zoom, Skype, Meet ou Hangout – todos permitem reuniões on-line, com imagem e voz dos participantes.

Outro exemplo das alterações necessárias foi a reformulação dos serviços da Semana Santa – parte dos rituais cristãos - sem presença de peregrinos em Roma ou Jerusalém. 

O Seder – jantar cerimonial judaico em que se recorda a história do Êxodo e a libertação do povo de Israel – este ano abril o Pessach em 8 de abril, em grupos de familiares que habitam a mesma casa, alguns conectando-se por aplicativos com outros membros da família.

No dia 23 será a vez de os muçulmanos iniciarem o Ramadã, mês de reflexão e oração. A pandemia fechou mesquitas e certamente vai impor a quebra do jejum sem reuniões de famílias e amigos. 

Os cristãos

Ritos cristãos nos dias que antecedem a Páscoa, data que marca a Ressurreição de Cristo, também serão adaptados. A Via-Sacra, procissão da Sexta-Feira Santa, que ocorre habitualmente nos arredores do Coliseu, em Roma, acontecerá este ano na Praça de São Pedro sem fiéis. Assim também a Urbi et Orbi, bênção concedida pelo Papa no domingo de Páscoa. 

O Vaticano emitiu ainda diretrizes para que párocos e bispos em regiões sob quarentena adiem liturgias que podem ser postergadas e celebrem missas sem que os fiéis estejam fisicamente presentes. Os sacerdotes deverão informar o horário das celebrações para que as pessoas possam se unir em oração de suas casas. Transmissões ao vivo pela televisão e pela internet também serão adotadas por diversas dioceses que fecharam temporariamente suas portas.

Em Israel, as procissões foram canceladas na Terra Santa, e as missas deverão acontecer a portas fechadas, e transmitidas aos fiéis.

Os judeus

Em Israel, todos os judeus comemoraram o Pessach em casa, para evitar a propagação da doença. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu determinou o bloqueio geral no país até sábado às 19h. Quem sair, será parado pela polícia. 

A proibição visa a evitar aglomerações em sinagogas e jantares de família, a imagem mais simbólica desta festa. O governo enfrenta a resistência nas comunidades de ultraortodoxos, nas quais a incidência da doença é maior, por desafiarem o isolamento social. 

O uso de ferramentas tecnológicas para tais datas - como o Pessach, que começou em 8 de abril, indo até o dia 16 -  gera reação de alguns religiosos porque, durante os dois primeiros e os dois últimos dias da Páscoa judaica, que marca a libertação dos hebreus da escravidão no Egito, muitos judeus ortodoxos não usam eletricidade. Além disso, há restrições alimentares que também são dificultadas neste momento em que as escolhas são mais limitadas.

Apesar de o rabino-chefe de Israel se opor a essa opção, diversos rabinos seculares aderiram à transmissão de jantares via ferramentas de videoconferência. 

Os muçulmanos

Marcando um tempo de renovação da fé, da prática da caridade, de vivência da fraternidade e dos valores da vida familiar, no Ramadã,  que em 2020 vai acontecer entre 23 de abril e 24 de maio –  o jejum é observado durante todo o mês, da alvorada ao pôr-do-sol. Esse mês normalmente marca a frequência mais assídua à mesquita, para reverenciar Alá, uma vez que além das cinco orações diárias (salá), durante esse mês sagrado recita-se uma oração especial chamada Taraweeh , que é a oração noturna.

Na terça-feira, 7/4, o Egito tornou-se o primeiro país árabe a anunciar a suspensão de todas as atividades coletivas para o mês sagrado. As mesquitas do país deverão ficar fechadas até que não sejam confirmados mais casos do novo coronavírus no país, e as tradicionais refeições comunitárias serão suspensas durante o mês. O I’tikaf, quando muitos muçulmanos passam os últimos 10 dias do Ramadã em contemplação nas mesquitas, também não acontecerá

Da mesma forma, a Mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém antiga – o terceiro local mais sagrado para os muçulmanos –, fechou o local para os fiéis, seguindo as orientações de Israe, e ainda não se sabe se a abrirá perto do começo do Ramadã.

Na Cisjordânia, seguindo as orientações da Organização Mundial de Saúde, todas as mesquitas e igrejas estão fechadas, assim como na Faixa de Gaza.

A renovação coletiva

“Há semanas, parece que a tarde caiu. Densas trevas cobriram as nossas praças, ruas e cidades; apoderaram-se das nossas vidas, enchendo tudo de um silêncio ensurdecedor e de um vazio desolador… Nos vimos amedrontados e perdidos.”
Estamos todos no mesmo barco, disse o Papa, durante a “Oração pela Humanidade”, em 27/03,

Por um lado, todos nos sentimos como descreve o Papa; por outro, essa é época de celebrações que representam sacrifício e renovação nessas três religiões. A pandemia certamente reforça este significado, para muito além delas, para toda a humanidade.

Veja também, notícias sobre essas festividades, em nosso site
https://itaca.com.br/noticias/post/pascoa-coelhos-ovosde-onde-vem-tudo-isso
https://itaca.com.br/noticias/post/pessach-e-pascoa-qual-a-diferenca
https://itaca.com.br/noticias/post/pessach-pascoa-
https://itaca.com.br/noticias/post/pascoa-pessach

Guia produzido pelo Governo do Estado de SP:
Guia da quarentena

Referências:
https://g1.globo.com/mundo/blog/sandra-cohen/post/2020/04/08/pessach-pascoa-e-ramada-mediante-o-isolamento.ghtml
https://www.france24.com/en/20200409-judaism-religion-passover-pesah-paque-juive-benjamin-netanyahu-israel
https://www.france24.com/en/20200409-focus-passover-easter-ramadan-worship-in-a-time-of-lockdown
https://www.washingtonpost.com/religion/2020/04/03/easter-passover-ramadan-religious-coronavirus-closures/
http://www.rfi.fr/br/mundo/20200331-páscoa-e-outras-celebrações-religiosas-serão-limitadas-na-terra-santa-por-causa-do-coronav%C3%ADrus
https://oglobo.globo.com/mundo/rituais-de-pascoa-pessach-ramada-se-adaptam-covid-19-1-24361745
https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2020-03/papa-francisco-coronavirus-bencao-urbi-et-orbi.html
https://gulfnews.com/uae/covid-19-ramadan-eid-dates-in-2020-1.1586521127223
https://cidadeverde.com/coronavirus/104959/papa-faz-oracao-pelo-fim-da-pandemia-de-coronavirus-em-praca-sao-pedro-vazia
https://noticias.r7.com/internacional/por-pandemia-egito-suspende-atividades-publicas-para-o-ramada-07042020
https://piaui.folha.uol.com.br/pao-azimo-e-um-computador/

postado sob 2020, ciências, química
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Os Elementos: uma Exploração Visual dos Átomos Conhecidos no Universo

O livro de Theodore Gray, lançado em 2011 no Brasil pela editora Blucher (traduzido pelo professor Henrique Eisi Toma, do Instituto de Química da Universidade de São Paulo), voltou à tona no ano passado, quando a tabela periódica completou 150 anos da publicação de sua primeira versão.

Em dezembro de 2017, a Organização das Nações Unidas declarou o ano de 2019 como o Ano Internacional da Tabela Periódica, em reconhecimento à importância da crescente constatação global de como a Química promove o desenvolvimento sustentável e fornece soluções para os desafios globais nos campos da energia, educação, agricultura e saúde.

Em 1869, o químico Dmitri Mendeleev publicou a primeira versão amplamente reconhecida da tabela. Desde então, essa tabela tem sido expandida e refinada com a descoberta ou sínteses de novos elementos e o desenvolvimento de modelos teóricos para explicar o comportamento químico.

Antes dele, em 1789, Antoine Lavoisier publicou uma lista de 33 elementos químicos, agrupando os elementos em substâncias simples, metálicas, não metálicas e salificáveis ou terrosas. Outros químicos passaram o século seguinte identificando relações entre pequenos grupos de elementos, tentando elaborar uma construção mais precisa, mas não havia ainda um esquema capaz de abranger todos eles.

A fabulosa coleção de elementos químicos
Theodore Gray é dono de uma coleção de milhares de amostras, peças e produtos; ele reuniu seu vasto conhecimento em um fabuloso acervo de imagens para compor um livro-aplicativo, também disponível no formato app pela plataforma da Apple.

A obra  “Os elementos” apresenta de forma lúdica a tabela periódica tal qual a conhecemos hoje, com ótima qualidade de imagens de seus 118 elementos. São apresentadas as características e propriedades físicas e químicas, e suas aplicações. Apesar de curtos, os textos possuem conteúdos consistentes, segundo resenha do Jornal do Conselho Regional de Química da IV Região. Cada elemento é acompanhado de um texto com sua história, ano e local de descobrimento e fatos fascinantes.

Ao longo do livro, há considerações sobre o possível papel benéfico ou danoso que os elementos – e suas substâncias – podem ter no organismo humano e na natureza. Há, por exemplo, diversos alertas sobre determinados suplementos alimentares que prometem benefícios não comprovados, alguns dos quais até perigosos.
Porém Gray não aborda só aplicações cotidianas dos elementos e suas substâncias, mas apresenta também aspectos menos conhecidos da ciência dos materiais.

Alguns textos que acompanham os elementos químicos:
 
Flúor: “O flúor está entre os mais reativos de todos os elementos. Passe uma corrente de flúor gasoso em praticamente qualquer coisa e ela irromperá em chamas. Isso inclui coisas que não são normalmente consideradas inflamáveis, até o vidro.”

Potássio: “Bananas radioativas! Ao menos é assim que a manchete seria lida se o repórter tivesse apenas a metade dos fatos. A verdade é que virtualmente tudo o que você come é radioativo, as bananas são apenas um pouco mais. Bananas são ricas no importante nutriente potássio, e por volta de um centésimo de 1% dos átomos de potássio são do isótopo radioativo 40K.”

Para quem domina o inglês, é recomendável que leia no original, pois Gray utiliza-se de vários trocadilhos, que se perdem um tanto na tradução.
Se você optar por adquirir a obra no formato de aplicativo, há ainda a possibilidade de interagir com grande parte das imagens – rotacionando o objeto registrado para vê-lo melhor.

Onde comprar a versão digital:
https://apps.apple.com/br/app/os-elementos-por-theodore-gray/id364147847

Algumas referências:
http://cienciahoje.org.br/artigo/na-estante-356/
https://www.tabelaperiodica.org/the-elements-livro-de-theodore-gray/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Tabela_periódica

 

 

 

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