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E nasceu o Projeto Pirajussara, interdisciplinar (Biologia, Geografia, Química e História da Arte). O  1º EM, após breve questionário, foi em busca do passado e do presente dos rios paulistanos. 

O foco
As bacias hidrográficas próximas à escola, essencialmente a do Rio Pirajussara, nosso vizinho: dividida em 5 trechos, para 5 grupos de estudo. 

As maquetes e o perfil
Com uma carta topográfica de cada trecho e uma foto de satélite como referência, o cuidado era reproduzir exatamente a quantidade de curvas de níveis ali existentes, com clara delimitação dos vales e rios da bacia.
Para o perfil, um pequeno gráfico de acordo com as curvas de nível do trecho em questão, com legendas para a vegetação e a ocupação humana.

Em campo
Ao longo da bacia hidrográfica do Pirajussara, caminhamos desde a USP (Cidade Universitária, campus Butantã) até o Parque da Chácara do Jóquei, passando pela avenida e portões do Colégio, acompanhando o curso desse rio principal da bacia, com pequeno desvio na Praça dos Lagos (Vila Sônia). E, em meio a fotos, observações e reflexões, coletamos água para análise, em 6 paradas, possibilitando-se uma análise comparativa da qualidade da água em diferentes pontos do Pirajussara e afluentes, como  o Córrego Caxingui(turbidez, PH, nível de amônia, temperatura e presença de coliformes). 

Isso, com olhos também nas alterações de relevo.

O encontro
Para além da percepção dos cheiros e imagens dessas águas, do entorno da bacia e dos bairros, andar a pé por São Paulo (incomum para os adolescentes hoje), permitiu cenas já esperadas (trânsito, poluição do  rio e do ar...) mas também as inesperadas ( profusão de flores vivendo na margem do rio...).

Certamente essa cidade e essas águas tão cotidianas e tão invisíveis no dia a dia aproximaram-se desses alunos e conseguiram se tornar presentes. 

        

 

 

postado sob 2019, EF2, meio ambiente
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O Projeto São Paulo objetiva olhar para a cidade onde vivemos e perceber possibilidades. A partir de discussões sobre os problemas da metrópole, os alunos do 9º ano buscam soluções criativas  e protagonistas para questões relacionadas, entre outros temas, a poluição, lixo, falta de água, alagamentos, trânsito, diferenças sociais. Após muita pesquisa e discussão, desenvolvem um projeto de resolução do problema, que, ao fim do processo, é expresso por meio de uma maquete, ainda em construção.

Desenvolvido durante os dois primeiros bimestres, o projeto engloba pesquisa aprofundada sobre o tema escolhido, busca de soluções já encontradas para o problema em outras cidades e países e o desenvolvimento de um produto que tente solucionar um recorte do problema. Inicialmente é feito um desenho do projeto, que depois se transforma em maquetes. Todo o processo é registrado em uma apresentação, que será exposta com o restante do trabalho no evento Expressão, Corpo e Cultura, em novembro/2019

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postado sob 2019, EM, estudo do meio

Nosso convite aos alunos e às alunas do 2º ano do Ensino Médio foi (re)conhecer a capital do País e tentar entender sua dinâmica de funcionamento; observá-la nas diversas dimensões; estudar o bioma do Cerrado; vivenciar a cidade e suas diversas populações; conhecer seu entorno, na figura das cidades-satélite e seus moradores; visitar os prédios icônicos onde a vida política do país ocorre; conversar com parlamentares; conhecer a Universidade de Brasília e alguns de seus departamentos. Uma experiência ampla, que exigiu estudos e pesquisas prévias e também permitiu discussões e reflexões posteriores. 

A viagem a Brasília foi nos dias 5 a 7 de junho e envolveu os componentes curriculares de Biologia, Física, Matemática, História, Geografia, História da Arte e Língua Portuguesa.

         

            

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postado sob 2019, ciências, EF1
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Durante cerca de 20 dias, o projeto Joaninha trouxe para o 2º EF1 uma vivência intensa, rica em discussões e aprendizados. De forma intuitiva, elementos da observação científica foram trabalhados de modo prático, experimental e participativo. 

A atividade sobre educação ambiental, realizada pelas três turmas de 2º ano do EF1, envolveu o estímulo à observação científica de características e do desenvolvimento e metamorfose de duas espécies de insetos do grupo conhecido popularmente como “Joaninhas”. Foi também desenvolvido o estudo do papel ecológico desses animais no controle da quantidade de outras espécies de insetos, na natureza, já que deles se alimentam. Esse processo é chamado “controle biológico” e é muito importante na diminuição e, por vezes, a eliminação do uso de agrotóxicos -  que, utilizados indiscriminadamente, matam tanto as chamadas “pragas da lavoura” como também insetos polinizadores, como as abelhas, por exemplo, além de serem potencialmente perigosos para os seres humanos. As populações das próprias joaninhas já estão muito ameaçadas, em decorrência da presença de grandes quantidades de inseticidas no ambiente.

Durante o projeto, as crianças tiveram oportunidade de conhecer três fases da vida do inseto analisado: larva, pupa e adulta. Espera-se que uma atividade prática como esta incentive os alunos, que pertencem à faixa etária compreendida entre 7 e 8 anos, a desenvolverem o espírito investigativo e de preservação do equilíbrio da natureza.

O material utilizado foi desenvolvido por especialistas em insetos e se compõe de larvas de duas espécies de joaninhas, um habitáculo, que as protege de predadores e que contém água e alimento, o qual se compõe de ovos de outros insetos. Esse conjunto é fornecido pelo engenheiro agrônomo, mestre em entomologia, Guilherme Trivellato, da empresa “Asas e Cores” ( www.asasecores.com.br). Houve também a utilização de jogo de tabuleiro, com perguntas e respostas a respeito das Joaninhas, especialmente sobre os cuidados que devem ser tomados até o momento de soltá-las na natureza, já no estágio de adultas.

Os insetos foram observados pelos alunos, em seus respectivos habitáculos, por cerca de 20 dias, durante os quais passaram pelo estágio de pupa,  posteriormente  tornando-se adultas, quando ganharam liberdade, sendo colocadas sobre plantas da escola, para que pudessem se manter por si mesmas, predando pulgões e outros insetos. (acesse as fotos desse processo na galeria de fotos)

Foram muitos os resultados obtidos, os imediatos, expressos em desenhos de observação produzidos pelas turmas (Galeria de fotos), nas conversas entre os alunos e professoras, analisando o que observavam, no despertar da curiosidade sobre os processos biológicos, entre outros.

Os resultados a longo prazo esperamos que sejam relacionados ao conhecimento das relações naturais entre os seres vivos e à formação da consciência da necessidade de preservação da biodiversidade.

VEJA ABAIXO O PROJETO COMPLETO, ATRAVÉS DO LINK DE ACESSO RESTRITO (apenas quem estiver logado conseguirá ver)

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O Saco de Mamanguá, localizado no município de Paraty - sudeste do estado do Rio de Janeiro, é o único fiorde tropical da costa brasileira, uma entrada de mar de coloração esverdeada que se estende por 8 km até terminar nos mais bem preservados manguezais da Baía da Ilha Grande. Todo este maravilhoso cenário é margeado por íngremes montanhas ocupadas por Floresta Tropical Atlântica e povoado por uma comunidade tradicional de caiçaras (pescadores, artesãos e agricultores) que ainda mantém seu modo de vida, enriquecendo ainda mais o convívio neste paraíso tropical que é protegido diretamente pela Área de Proteção Ambiental do Cairuçu que engloba também a Reserva Ecológica da Juatinga. A vizinhança com o Parque Nacional da Serra da Bocaina - RJ e com o Parque Estadual da Serra do Mar - SP, torna o local um exemplo de corredor ecológico.

Por meio deste estudo, é possível proporcionar um maior e melhor conhecimento dos ecossistemas do litoral sudeste brasileiro que incluem o da Mata Atlântica, de Manguezal, de Zona Estuarina e de Costão Rochoso e também das atividades tradicionais da população caiçara como a arte da pesca artesanal e a manufatura de artesanatos em caixeta.

Esta viagem visa conciliar o estudo e pesquisa destes ambientes através do levantamento e análise de dados, da coleta de material para observação e do contato com a população tradicional. Observação de pesca, culinária caiçara, artesanato com caixeta e manufatura de redes de pesca, além de um trabalho com a a organização e a independência dos próprios alunos também fazem parte deste projeto de campo que valoriza a relação do homem com seu ambiente natural.

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postado sob 2019, cultura, EF2, meio ambiente
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O estudo do meio do 7º ano, para o Parque Estadual da Ilha do Cardoso, localizado no litoral sul de São Paulo, próximo à cidade de Cananéia, envolve uma de nossas maiores e mais bem preservadas áreas de Mata Atlântica e oferece uma rara oportunidade de convívio com a diversidade biológica dos manguezais.

Os alunos percorrem o Canal de Cananéia em embarcações características da região, de onde, não raro, avistam botos que surgem inesperadamente proporcionando um espetáculo inesquecível. O estudo se volta especialmente para os sistemas de mata atlântica, restinga, praia e costão rochoso, e busca, através da vivência de cada ambiente, conhecer e entender um pouco mais da complexa biodiversidade das áreas tropicais. Na visita ao Quilombo Mandira, além do delicioso almoço e da oficina de cestaria, eles têm contato com a arquitetura e a cultura dessa importante comunidade quilombola.

Na somatória dos estudos dos ecossistemas costeiros do Parque como conhecimento e reconhecimento da cultura das comunidades que ali vivem, pode-se produzir uma reflexão maior e a ampliação do debate sobre os caminhos futuros na busca pelo desenvolvimento sustentável.

postado sob 2019, EF2, estudo do meio

Em um março chuvoso, alunas e alunos do sexto ano do Colégio Ítaca aproveitaram um ensolarado dia de aprendizagem no Centro da cidade de São Paulo. A proposta desse estudo de meio, em nossa própria cidade, abrange várias matérias e busca proporcionar aos estudantes uma vivência urbana diferente, na qual eles utilizam o tempo para observar, sentir, admirar, questionar e refletir sobre a metrópole. As mudanças na paisagem urbana, os valores e histórias dos bens culturais, as relações com povos indígenas e as belezas dessa região da cidade foram explorados pelos olhos inquietos e atentos de nossos alunos durante todo o dia. 

Artes, Geografia, História, Estudos Étnicos, Linguagem Audiovisual, essas foram as matérias que se envolveram nesse Estudo de Meio. Contudo, fora da sala de aula, todos os saberes se misturam, e a realidade vivida se enriquece com esse caleidoscópio de investigações e interesses. Ao longo do dia, conhecemos logradouros e edificações do centro da cidade, como a praça Ramos de Azevedo, o Teatro Municipal, o Centro Cultural da Ocupação São João, a Rua São Bento, a Catedral da Sé, o Páteo do Colégio, entre outros. À tarde, finalizamos nossas investigações no Cemitério da Consolação com a narração de um conto inédito de Reginaldo Prandi e uma visita às curiosas obras de arte que habitam esse lugar. Cheio de experiênc ias e novidades, o primeiro Estudo do Meio do 6º ano em 2019 foi marcado pelo envolvimento, interesse e reflexão dos nossos estudantes.

Veja a galeria completa de fotos clicando AQUI.

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