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postado sob 2019, cultura, EF2, EM, evento

Jogo de tchoukball (com jogadores da Seleção Brasileira de Tchoukball), coreografia de alunas do 8º ano, corrida de regularidade, performance de alunos do 9º ano, dança folclórica húngara, grupo musical de alunos do 3º EM com a participação do prof. Theo, capoeira e maculelê com a participação do mestre Marrom, canto de Malungas, exposições de trabalhos dos alunos do EF2 e do EM, instalação Ser tão Sertão, e Bookcrossing (troca de livros do Projeto Ler é legal). Tudo isso aconteceu no Expressão, Corpo e Cultura, no sábado, dia 09/11/2019.

Publicaremos, em seguida, galerias fotográficas com mais imagens dos trabalhos.

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Acontece, esta semana em Bonn, Alemanha, a reunião promovida pela Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES, na sigla em inglês). 
 
A Plataforma, que foi criada em 2012, com o envolvimento da UnescoFAOPNUD e ONU Meio Ambiente, tem o objetivo de fornecer conhecimento científico para embasar políticas e tomadas de decisão sobre biodiversidade, serviços ecossistêmicos e desenvolvimento sustentável no mundo.
 
Nesta etapa, o Brasil conta com 4 representantes nos grupos de trabalho e forças-tarefa, entre eles Debora Drucker, ex-aluna do Ítaca e analista da Embrapa Informática Agropecuária, designada pelo Itamaraty para fazer parte de uma das cinco forças-tarefas do 2º Programa de Trabalho do IPBES, previsto para o período de 2019 a 2022. Ela vai atuar na força-tarefa sobre Dados e Conhecimento. 

Esta primeira reunião vai dar início ao desenvolvimento do plano de implementação do Programa de Trabalho, identificando oportunidades de colaboração com as outras quatro frentes: Capacitação de Profissionais, Conhecimento Indígena e Local, Cenários e Modelos e Ferramentas Políticas e Metodologias.

A indicação de Debora Drucker também foi referendada pela Plataforma Brasileira de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (BPBES), iniciativa nacional que lançou em setembro o 1° Diagnóstico Brasileiro de Biodiversidade & Serviços Ecossistêmicos, do qual a analista é uma das autoras. 

 

 

 

postado sob 2019, cultura, EM, Idiomas

Conhecer uma língua é conhecer o universo que ela traduz, é penetrar a cultura e as construções do/s grupo/s social/is que a utiliza/m, é tornar possível o encontro com a produção literária e artística de determinado povo, sem a intermediação de uma tradução... e por aí vai. E, em meio a isso, é também, ou principalmente, a forma de comunicar-se com outras pessoas, mundo afora. 

No ÍTACA, é pensado assim o aprendizado de Línguas (O INGLÊS e o ESPANHOL como estrangeiras, e o PORTUGUÊS): o idioma torna-se mesmo vivo e atuante. Torna-se possível de verdade. Torna-se desenvoltura.

Nesse contexto, a professora Danielle Corrêa, do Curso de Espanhol, projetou uma ação de uso efetivo do idioma, em situação comunicativa real: nossos alunos da sua Turma Avançada (Ensino Médio) trocaram correspondência com estudantes (Ensino Médio) do Colégio NOVO PÁTIO (Santa Teresinha, SP), exclusivamente nessa Língua, durante alguns meses. Mas, depois de algum tempo, sentiu-se falta da presença física, da troca pessoal, presencial. E assim nasceram o piquenique e uma tarde de conversas e risadas e companheirismo. Tudo também em Espanhol (com socorros do Português, claro).

A Língua em uso

O encontro se deu nos gramados do Centro Cultural São Paulo, na Rua Vergueiro, em tarde de setembro. E que novas amizades se firmem a partir desse encontro! 

Aqui, alguns registros desse momento.

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postado sob 2019, ciências, evento, Ítaca
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Esta já é a quinta edição do evento, que é bienal e que tem crescido, graças à participação de cada um: pais, alunos, professores, funcionários e o público tão especial que nos visita.

Foram apresentações, palestras, oficinas, demonstrações, rodas de conversa, experimentos e exposições, que ajudaram a dar vida ao nosso evento e conhecimento às pessoas.

Essa somatória de presenças, num ou noutro sentido, levou a um resultado muito bom.
Conheça um pouco deste evento tão dinâmico e importante para a valorização da Ciência em nossa comunidade.

VEJA A PROGRAMAÇÃO:

P1 - Pesquisa Científica na Antártica – Introdução  
Um breve histórico do continente antártico, suas peculiaridades e as pesquisas que são desenvolvidas lá, incluindo as pesquisas brasileiras.
José Roberto Machado Cunha da Silva -Prof. Dr. do Laboratório de Histofisiologia Evolutiva Departamento de Biologia Celular e do Desenvolvimento - Instituto de Ciências Biomédicas - USP

P2 – Adaptações de animais marinhos nos diferentes ambientes aquáticosOs organismos marinhos que vivem nos diferentes ambientes, como costão, mangue e fontes hidrotermais, possuem uma grande heterogeneidade de adaptações morfológicas e fisiológicas, e as alterações oceânicas podem afetar o padrão de migração desses animais.
Sónia C.S. Andrade Departamento de Genética e Biologia Evolutiva - Instituto de Biociências - USP

P3 – Nosso Universo Acelerado - Um conto sobre a energia escura
Vivemos em um Universo em expansão. Não bastasse isso, descobrimos no final do século XX que a velocidade da expansão é cada vez maior, e o responsável por isso é a misteriosa energia escura. Nesse seminário, serão apresentadas as evidências que levam a comunidade científica a pensar assim e será contado um pouco da história passada e futura do nosso Universo a partir desse modelo.
Eduardo Serra Cypriano  - Prof. Dr. do departamento de Astronomia -  Instituto de Astronomia e Geofísica da USP

P4- Relação entre o Sol e a Terra
Nesta palestra, faremos uma introdução sobre as características físicas do Sol, como uma estrela. Apresentando os modelos atualmente aceitos para sua estrutura interna e externa (atmosfera solar). Abordaremos também sua atividade ao longo do tempo e sua influência na vida em nosso planeta, com ênfase especial nos efeitos desta na vida moderna, cada vez mais dependente da tecnologia e de serviços fornecidos por satélites.
Caius Lucius Selhorst - Prof. Dr. em Astrofísica - Núcleo de Astrofísica - NAT - Universidade Cruzeiro do Sul

P5 - Ver para crer: nosso sistema imune em ação
Como funciona o nosso sistema imune? Como interagimos com os microrganismos? Essa palestra tem o objetivo de facilitar o entendimento, por meio de imagens e vídeos, de como a nossa complexa rede de células e moléculas são capazes de nos defender dos ataques de microrganismos diversos.  Alexandre A. Steiner - Prof. Dr. do departamento de Imunologia -  Instituto de Ciências Biomédicas da USP

P6 - A ciência por trás da acupuntura. O que os chineses têm a nos ensinar?
A Acupuntura é uma técnica milenar, que faz parte da Medicina Tradicional Chinesa, ou MTC. Sua história remonta a mais de 2000 anos atrás e seu estudo recente vem demonstrando o grande potencial que ela pode oferecer no cuidado dos pacientes. Vamos conhecer o que a ciência moderna tem a nos dizer sobre esta arte milenar de tratamento?
Érico Carmo Acupunturista

P7 – O uso da energia solar e os problemas que enfrenta
A energia solar passou a ser muito utilizada, porém ela enfrenta um problema grande, decorrente da influência do crescimento de microrganismos na superfície dos painéis solares. A palestra irá demonstrar como esse problema ocorre e as tentativas de minimizá-lo.
Márcia Aiko Shirakawa - Dra. em Microbiologia pela Universidade de São Paulo – USP  

P8 – Chernobyl e Fukushima: o que sabemos sobre o uso da energia nuclear
O uso da energia nuclear inspira curiosidade, fascínio e medo. Antes de pensar nos problemas e acidentes que a humanidade já enfrentou, vamos entender o que é, como funciona um reator nuclear de uma usina, os procedimentos de segurança e o parque nuclear brasileiro. Vamos falar também sobre os dois acidentes, discutindo inclusive o seriado recente produzido pela HBO.
Prof. Dr. Carlos Alberto Zeituni - Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares– IPEN USP

P9 - Nariz eletrônico e anticorpos plásticos: a ciência mimetizando a natureza
Nessa palestra, mostraremos dois exemplos de sistemas químicos desenvolvidos e inspirados em sistemas encontrados em seres vivos, principalmente nos mamíferos. Um deles, o nariz eletrônico, consiste num equipamento contendo sensores de gases acoplados a um computador dotado de software de inteligência artificial que pode ser treinado (ensinado) a reconhecer e quantificar odores. Já o outro consiste em sintetizar polímeros (plásticos) inteligentes, capazes de reconhecer e se ligar a moléculas específicas, tendo, portanto, grande aplicabilidade em (bio)sensores e agentes de remediação ambiental.
Jonas Gruber - Prof. Dr. do departamento de Química Fundamental - Instituto de Química - USA 

OFICINAS
O1 – Observação do mundo microscópico - Observação no microscópio de células (vegetal, animal, bacteriana) de protozoários e fungos. Demonstração e discussão de algumas adaptações de plantas.  

Alunos do 7ºEF
O2 – Vamos aprender a fazer iogurte? 
 Nessa atividade alguns alunos do 7º ano ensinaram e explicaram como fazer iogurte. Os alunos também fizeram uma degustação com o iogurte que eles mesmos produziram.   

O3 - Astronomia - observação do Sol  
Observação do Sol, utilizando diferentes telescópios solares.
Elysandra Figueredo Cypriano Profa. Dra. do departamento de Astronomia -  Instituto de Astronomia e Geofísica - USP

O4 – O mundo das abelhas
As abelhas são de extrema importância para a polinização da grande maioria das plantas. Sendo assim, desempenham um papel fundamental na manutenção da existência da vida em nosso planeta. Existe uma grande diversidade de espécies de abelhas e na forma como se organizam socialmente, sendo que muitas delas são solitárias.  

Nessa atividade, foi apresentado um pouco sobre a vida das abelhas, suas sociedades e funcionamento. Foi apresentado material de coleção para exemplificar a diversidade de espécies.  Maria Cristina Arias - Profa. do Departamento de Genética e Biologia Evolutiva -  Instituto de Biociências -USP

O5 – Instrumentos musicais usando Makey Makey
Através da experimentação livre, e utilizando-se de elementos da fabricação digital, os participantes são convidados a experimentar a estruturação de instrumentos musicais utilizando ScratchMakey Makey e materiais não estruturados, são também explorados conceitos de eletricidade, circuito e materiais condutores.
Cristiane Aparecida dos Santos Reis - Coordenadora de Tecnologia Educacional do Colégio Ítaca

 

RODA DE CONVERSA

R1 - Esqueleto humano e suas articulações
Nesta roda de conversa, iremos observar, no modelo do esqueleto, os ossos e as articulações, discutiremos as principais funções de cada segmento e como elas se movimentam.
Paula Akashi Fisioterapeuta  

R2 - A tecnologia facilitando a nossa vida  
Como a internet e as tecnologias atuais podem influenciar a nossa vida: a internet das coisas (IoT) e a realidade aumentada.
Viviane Cabral Engenheira Química

 

EXPERIMENTOS DOS PAIS 

1. A metamorfose - estande para observação de animais  
A importância da metamorfose para ocupação de diferentes ambientes.
Ricardo Pinto da Rocha e Fabíola Bovo Mendonça - Prof. Dr. de Zoologia e bióloga e professora - Instituto de Biociências da USP

2. O uso de instrumentos ópticos  
Observação de fenômenos luminosos, utilizando instrumentos ópticos (prismas, lasers e espelhos)  Flávia Ferrari - Bióloga e professora

3. Funcionamento e distribuição de energia eólica e hidrelétrica (maquete) 
A matriz energética brasileira contempla várias fontes renováveis, como a solar e a eólica. Essa maquete apresenta essas importantes fontes do “futuro”.
Luciano Leite Engenheiro eletrônico

4. Diminuição do ponto de congelamento da água 
Por que a água do mar em lugares frios permanece líquida, mesmo com a temperaturas abaixo de 0ºC? Como explicar? O experimento da diminuição do ponto de congelamento da água nos ajudará a entender e explicar o porquê desse fenômeno e de alguns outros.  
Ruth F.V. Villamil, Isaac V. Jaimes (aluno 3º EF) e Gael de Almeida (aluno 3º EF)


5. Plantas Cinéticas  
Um experimento para dar vida e autonomia para um jardim, usando eletrônica, mecânica, marcenaria e botânica. Um jardim com várias plantas que podem se mover para buscar água no momento certo. Edson Pavoni - Empresário – Startup de tecnologia

6. Nikola Tesla e sua bobina 
Apresentaram um pouco sobre a história de Nikola Tesla e fizeram uma demonstração do seu famoso experimento: uma pequena bobina.  
Marcelo Nishio, Felipe Nishio (aluno 4º EF) e Francisco Pessoa (aluno 5º EF)  

 

EXPERIMENTOS E APRESENNTAÇÕES DOS ALUNOS

6º EF

Oficina de bicos  
Pega-pega da seleção natural
Sobe e desce químico
Submarino na garrafa O lenço que não rasga
A água que sobe  
Projeto – MAE (Jornal de Darwin e história em quadrões)

7º EF
O1: Observação do mundo microscópico 
O2: Vamos aprender a fazer iogurte? 

8º EF
A Ciência por trás do tênis de mesa (palestra)

8º e 9º EF
Gelo quente
Areia movediça A bala que fura o coco
Equilibrando uma bolinha de pingue-pongue com secador
Batalha eletrostática
É possível ver o som?
Como funciona o protetor solar
Ouvir música sem escutar
Cristal caseiro  

1º EM
Extração de DNA de morango  
Pilha de limão  
Pele e formulações dermocosméticas  
Reação relógio de iodo
Eletrólise da água
Marcação de metal por eletricidade
Bateria de latinha
Motor eletromagnético
Água temperamental
Gaiola de ar no secador
Bolhas e eletricidade
Dupla fenda

2ºEM
Não comemos carne
Fogo oco  
Jardim osmótico
Microscópio a laser
Fábrica de arco-íris
As infecções sexualmente transmissíveis e sua prevenção - ISTs 
Tubo de Rubens

 

EXPOSIÇÕES

1. Transformações da energia - De onde vem a Luz?
Foram expostas maquetes e desenhos feitos pelos alunos e alunas, sobre formas de energia e suas transformações (energia eólica, solar, hidrelétrica, estática e máquina a vapor). Exposição de fotos e painel interativo.

SÉRIE 1º EF

2. Projeto Joaninha  
Foram expostos os desenhos e anotações feitos pelos alunos e alunas, durante o acompanhamento do desenvolvimento de joaninhas, do estágio de larva até se transformarem em adultos e serem soltos nas plantas da escola. Foram colocados jogos de tabuleiro, cujo tema são informações simples sobre as joaninhas.  

SÉRIE 2º EF
3. Invenções na linha do tempo entre 1900 e os dias atuais  
Foram expostos textos curtos e desenhos, como resultados de pesquisas realizadas pelos alunos e alunas, sobre invenções escolhidas de uma listagem oferecida pelas professoras.

SÉRIE 3ºEF
4. Animais e vegetais dos biomas brasileiros  
Desenhos (ampliações) e descrições de animais e plantas dos biomas brasileiros.

SÉRIE 4ºEF
5. O Corpo Humano  
Exposição de cartazes produzidos por grupos de alunos e alunas contendo os sistemas do corpo humano (cada um mostrando um dos sistemas).  

SÉRIE 5º EF
6. AsTrouvelotnomia  

Projeto interdisciplinar entre Arte e Ciência onde os alunos, através do desenho de observação de imagens, e da utilização da técnica de giz pastel, representaram conceitos de Astronomia. O nome do projeto deriva da junção das palavras Astronomia + Trouvelot (artista francês que se dedicou à Astronomia e ao estudo dos insetos).

SÉRIE 6º EF
Mulheres na Ciência  
No decorrer do estudo de ciências, não é comum ouvir histórias de mulheres cientistas. Podemos considerar que isso é um efeito da sociedade machista em que foi construída a ciência, seja pela falta de oportunidade para as mulheres que querem ser cientistas ou mesmo pela falta de visibilidade daquelas que conseguem atuar na ciência. Além disso, a narrativa científica é protagonizada, majoritariamente, por personagens masculinos, mesmo havendo importantes personagens femininas. Exploraremos algumas contribuições e histórias de figuras femininas escondidas pelo tempo e pelo vento.

SÉRIE 9ºEF
8. 150 anos de publicação da Tabela Periódica  
Em 6 de Março de 1869 Dmitri Ivanovic Mendeleev, um químico e professor, apresentou um artigo para a Academia Russa de Química com uma tabela que organizava os elementos químicos em grupos por semelhança de propriedades. Seu feito foi tão impactante para a Ciência que 2019 foi escolhido pela UNESCO como Ano Internacional da Tabela Periódica.

SÉRIE 1º EM
9. Semáforo com Arduino  
Maquete de educação no trânsito com semáforo feito em Arduino (placa microcontrolada) usando linguagem Scratch for Arduino (S4A).

 

postado sob 2019, EF2, meio ambiente
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Projeto Mata Atlântica

É um trabalho que firma, desde 2018, uma parceria entre o Zoológico de São Bernardo do Campo e o Colégio Ítaca. O Zoo SBC fica dentro do Parque Natural Municipal Estoril e mantém cerca de 250 animais de 60 espécies diferentes, todos provenientes da Mata Atlântica, muitos dos quais foram encontrados machucados ou apreendidos quando pessoas tentavam vendê-los de forma ilegal. Aqui no Ítaca, o projeto é feito com os alunos do 7º ano, e envolve as disciplinas de Linguagens Audiovisuais, Artes e Ciências. Dele nascem duas ações: uma série de minidocs sobre vários assuntos, como a estrutura do Zoo e os principais motivos pelos quais os animais chegam ali, e  ilustrações científicas mostrando detalhes e informações acerca dos animais.

Em breve, publicaremos os vídeos.

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Hoje importante corredor industrial e de transporte entre as duas maiores cidades brasileiras, no Sudeste, o Vale do Paraíba foi a primeira região a ter o café como motor do desenvolvimento. Trata-se de uma região complexa, onde a arquitetura, as artes e uma rica história colonial contrastam com a moderna indústria. A produção de aço em Volta Redonda, indústrias mecânicas, aeroespaciais, eletrônicas e alimentícias aproveitam a facilidade da Via Dutra e a disponibilidade de energia elétrica para receber insumos e distribuir seus produtos, não só para o Rio de Janeiro e São Paulo, mas também para o Brasil e o mundo.

Inserir o aluno nesse ambiente permite lhe oferecer uma perspectiva histórica e estabelece pontes que lhe possibilitam interpretar e compreender melhor a realidade da região e sua influência na história, na política e na economia brasileira.

A segunda parte da viagem de quatro dias, com nossas turmas de 9º EF2,  ainda na região do Vale, foi para Ilha Grande, a maior ilha de Angra dos Reis, paraíso para quem busca grandes experiências em um ambiente natural ou simplesmente para quem quer apenas curtir belas praias. Um terço de seu território foi transformado em Parque Estadual, em 1971. Seus 192 km² abrigam 106 praias, cachoeiras, rios e lagoas, montanhas e picos. O local escolhido para hospedagem e trabalho com grupos é o Saco do Bananal, um dos pontos mais belos da Ilha, junto à Lagoa Azul. Histórias de navegação, permeadas pelos “causos” de piratas e seus tesouros, completam o quadro para uma estada inesquecível nesse local que, às vezes, dá a impressão de ter sido pintado a mão.

postado sob 2019, arqueologia, EF2
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Alunos do EF2 estudam com material do Museu de Arqueologia e Etnologia

O Projeto MAE, que acontece no segundo bimestre letivo, é realizado há muitos anos no Colégio, em uma parceria com o Museu de Arqueologia e Etnologia da USP (MAE) que nos empresta, todos os anos, valise expositora contendo réplicas de artefatos e pequenas maquetes para serem usadas em aula, relacionadas a temas diversos, como sítios arqueológicos, evolução dos seres vivos, formação de fósseis, alterações na paisagem, mitos de criação do Universo, Pré-história, extinções, entre outros. 

Durante esse projeto , os alunos do 6º ano do Ensino Fundamental discutem, em História, Geografia e Ciências ,assuntos relacionados à origem do Universo e do homem, sob diferentes olhares - muitas vezes o mesmo assunto é abordado de diferentes formas nos 3 componentes curriculares. As aulas são dinâmicas e atrelam a teoria e a prática, já que o conteúdo da valise é trabalhado e discutido. O produto são trabalhos apresentados pelos alunos, em diferentes formatos: maquetes, teatro, jornal, linha do tempo, história em quadrinhos, pinturas rupestres e rádio. É um projeto muito interessante, instigante e gostoso de fazer, sempre há o envolvimento e a participação de todos!

postado sob 2019, EF2, estudo do meio
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“Nasci no entremeio de um mar de morros” 

Com essa fala de Aziz Ab’Sáber, nossos alunos e alunas do 6º ano começam seu estudo do meio para São Luiz do Paraitinga. A partir de então, história, lazer, conscientização, aprendizado, momentos inesquecíveis, folclore e festa popular se juntam à descrição do importante geógrafo brasileiro, nascido naquela cidadezinha cujo tamanho não condiz com a  importância. Conhecer essa cidade é reencontrar uma parte da história da região,  valorizada pelos moradores locais por meio da oralidade, presente nas lendas e causos contados pelo ilustre e famoso morador, Sr. Ditão Virgílio. História e costumes se apresentam, ainda, na oficina de adereços, na vivência da Dança de Moçambique e na confecção do barreado, atividades que ocorrem logo no primeiro dia e antecedem o momento de maior emoção, vivenciado em um grande cortejo com bonecões gigantes e banda, ao fim da viagem.

E assim, nossos meninos e meninas do 6º ano adentraram o universo de certo modo "encantado" de São Luiz: conversando, ouvindo causos, caminhando tranquilamente pelas ruas da cidade, conhecendo uma fazenda colonial, observando a arquitetura, desenhando, entendendo os seus problemas para, assim, preservar também em suas memórias, a história de uma cidade já castigada por dois implacáveis tempos: o da história e o da natureza. 

Nosso estudo do meio ocorreu entre os dias 21 e 23/08/2019. Acompanhados pelos professores Cristina, de Arte, e Fernando, de História, os alunos visitaram também o Núcleo Santa Virgínia, no Parque Estadual da Serra do Mar, consolidando, assim, sua passagem por essa belíssima região de mares de morros.

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postado sob 2019, arte, integral, Ítaca
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As oficinas de brinquedo são regulares, semanais e variam de assunto.
Em uma dessas oficinas, a turma do integral (crianças de 6 a 9 anos) teve atividade de construção de relógios. Muita conversa e brincadeiras sobre o tempo.

Como representamos, medimos e lemos o tempo?
Diferentes relógios foram construídos, com desenhos, montagem de ponteiros e mecanismos.
Os alunos ficaram super entusiasmados por aprender a ver as horas num relógio analógico, feito por eles.

 

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E nasceu o Projeto Pirajussara, interdisciplinar (Biologia, Geografia, Química e História da Arte). O  1º EM, após breve questionário, foi em busca do passado e do presente dos rios paulistanos. 

O foco
As bacias hidrográficas próximas à escola, essencialmente a do Rio Pirajussara, nosso vizinho: dividida em 5 trechos, para 5 grupos de estudo. 

As maquetes e o perfil
Com uma carta topográfica de cada trecho e uma foto de satélite como referência, o cuidado era reproduzir exatamente a quantidade de curvas de níveis ali existentes, com clara delimitação dos vales e rios da bacia.
Para o perfil, um pequeno gráfico de acordo com as curvas de nível do trecho em questão, com legendas para a vegetação e a ocupação humana.

Em campo
Ao longo da bacia hidrográfica do Pirajussara, caminhamos desde a USP (Cidade Universitária, campus Butantã) até o Parque da Chácara do Jóquei, passando pela avenida e portões do Colégio, acompanhando o curso desse rio principal da bacia, com pequeno desvio na Praça dos Lagos (Vila Sônia). E, em meio a fotos, observações e reflexões, coletamos água para análise, em 6 paradas, possibilitando-se uma análise comparativa da qualidade da água em diferentes pontos do Pirajussara e afluentes, como  o Córrego Caxingui(turbidez, PH, nível de amônia, temperatura e presença de coliformes). 

Isso, com olhos também nas alterações de relevo.

O encontro
Para além da percepção dos cheiros e imagens dessas águas, do entorno da bacia e dos bairros, andar a pé por São Paulo (incomum para os adolescentes hoje), permitiu cenas já esperadas (trânsito, poluição do  rio e do ar...) mas também as inesperadas ( profusão de flores vivendo na margem do rio...).

Certamente essa cidade e essas águas tão cotidianas e tão invisíveis no dia a dia aproximaram-se desses alunos e conseguiram se tornar presentes. 

        

 

 

postado sob 2019, EF2, meio ambiente
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O Projeto São Paulo objetiva olhar para a cidade onde vivemos e perceber possibilidades. A partir de discussões sobre os problemas da metrópole, os alunos do 9º ano buscam soluções criativas  e protagonistas para questões relacionadas, entre outros temas, a poluição, lixo, falta de água, alagamentos, trânsito, diferenças sociais. Após muita pesquisa e discussão, desenvolvem um projeto de resolução do problema, que, ao fim do processo, é expresso por meio de uma maquete, ainda em construção.

Desenvolvido durante os dois primeiros bimestres, o projeto engloba pesquisa aprofundada sobre o tema escolhido, busca de soluções já encontradas para o problema em outras cidades e países e o desenvolvimento de um produto que tente solucionar um recorte do problema. Inicialmente é feito um desenho do projeto, que depois se transforma em maquetes. Todo o processo é registrado em uma apresentação, que será exposta com o restante do trabalho no evento Expressão, Corpo e Cultura, em novembro/2019

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postado sob 2019, EM, estudo do meio

Nosso convite aos alunos e às alunas do 2º ano do Ensino Médio foi (re)conhecer a capital do País e tentar entender sua dinâmica de funcionamento; observá-la nas diversas dimensões; estudar o bioma do Cerrado; vivenciar a cidade e suas diversas populações; conhecer seu entorno, na figura das cidades-satélite e seus moradores; visitar os prédios icônicos onde a vida política do país ocorre; conversar com parlamentares; conhecer a Universidade de Brasília e alguns de seus departamentos. Uma experiência ampla, que exigiu estudos e pesquisas prévias e também permitiu discussões e reflexões posteriores. 

A viagem a Brasília foi nos dias 5 a 7 de junho e envolveu os componentes curriculares de Biologia, Física, Matemática, História, Geografia, História da Arte e Língua Portuguesa.

         

            

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postado sob 2019, ciências, EF1
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Durante cerca de 20 dias, o projeto Joaninha trouxe para o 2º EF1 uma vivência intensa, rica em discussões e aprendizados. De forma intuitiva, elementos da observação científica foram trabalhados de modo prático, experimental e participativo. 

A atividade sobre educação ambiental, realizada pelas três turmas de 2º ano do EF1, envolveu o estímulo à observação científica de características e do desenvolvimento e metamorfose de duas espécies de insetos do grupo conhecido popularmente como “Joaninhas”. Foi também desenvolvido o estudo do papel ecológico desses animais no controle da quantidade de outras espécies de insetos, na natureza, já que deles se alimentam. Esse processo é chamado “controle biológico” e é muito importante na diminuição e, por vezes, a eliminação do uso de agrotóxicos -  que, utilizados indiscriminadamente, matam tanto as chamadas “pragas da lavoura” como também insetos polinizadores, como as abelhas, por exemplo, além de serem potencialmente perigosos para os seres humanos. As populações das próprias joaninhas já estão muito ameaçadas, em decorrência da presença de grandes quantidades de inseticidas no ambiente.

Durante o projeto, as crianças tiveram oportunidade de conhecer três fases da vida do inseto analisado: larva, pupa e adulta. Espera-se que uma atividade prática como esta incentive os alunos, que pertencem à faixa etária compreendida entre 7 e 8 anos, a desenvolverem o espírito investigativo e de preservação do equilíbrio da natureza.

O material utilizado foi desenvolvido por especialistas em insetos e se compõe de larvas de duas espécies de joaninhas, um habitáculo, que as protege de predadores e que contém água e alimento, o qual se compõe de ovos de outros insetos. Esse conjunto é fornecido pelo engenheiro agrônomo, mestre em entomologia, Guilherme Trivellato, da empresa “Asas e Cores” ( www.asasecores.com.br). Houve também a utilização de jogo de tabuleiro, com perguntas e respostas a respeito das Joaninhas, especialmente sobre os cuidados que devem ser tomados até o momento de soltá-las na natureza, já no estágio de adultas.

Os insetos foram observados pelos alunos, em seus respectivos habitáculos, por cerca de 20 dias, durante os quais passaram pelo estágio de pupa,  posteriormente  tornando-se adultas, quando ganharam liberdade, sendo colocadas sobre plantas da escola, para que pudessem se manter por si mesmas, predando pulgões e outros insetos. (acesse as fotos desse processo na galeria de fotos)

Foram muitos os resultados obtidos, os imediatos, expressos em desenhos de observação produzidos pelas turmas (Galeria de fotos), nas conversas entre os alunos e professoras, analisando o que observavam, no despertar da curiosidade sobre os processos biológicos, entre outros.

Os resultados a longo prazo esperamos que sejam relacionados ao conhecimento das relações naturais entre os seres vivos e à formação da consciência da necessidade de preservação da biodiversidade.

VEJA ABAIXO O PROJETO COMPLETO, ATRAVÉS DO LINK DE ACESSO RESTRITO (apenas quem estiver logado conseguirá ver)

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O Saco de Mamanguá, localizado no município de Paraty - sudeste do estado do Rio de Janeiro, é o único fiorde tropical da costa brasileira, uma entrada de mar de coloração esverdeada que se estende por 8 km até terminar nos mais bem preservados manguezais da Baía da Ilha Grande. Todo este maravilhoso cenário é margeado por íngremes montanhas ocupadas por Floresta Tropical Atlântica e povoado por uma comunidade tradicional de caiçaras (pescadores, artesãos e agricultores) que ainda mantém seu modo de vida, enriquecendo ainda mais o convívio neste paraíso tropical que é protegido diretamente pela Área de Proteção Ambiental do Cairuçu que engloba também a Reserva Ecológica da Juatinga. A vizinhança com o Parque Nacional da Serra da Bocaina - RJ e com o Parque Estadual da Serra do Mar - SP, torna o local um exemplo de corredor ecológico.

Por meio deste estudo, é possível proporcionar um maior e melhor conhecimento dos ecossistemas do litoral sudeste brasileiro que incluem o da Mata Atlântica, de Manguezal, de Zona Estuarina e de Costão Rochoso e também das atividades tradicionais da população caiçara como a arte da pesca artesanal e a manufatura de artesanatos em caixeta.

Esta viagem visa conciliar o estudo e pesquisa destes ambientes através do levantamento e análise de dados, da coleta de material para observação e do contato com a população tradicional. Observação de pesca, culinária caiçara, artesanato com caixeta e manufatura de redes de pesca, além de um trabalho com a a organização e a independência dos próprios alunos também fazem parte deste projeto de campo que valoriza a relação do homem com seu ambiente natural.

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postado sob 2019, cultura, EF2, meio ambiente
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O estudo do meio do 7º ano, para o Parque Estadual da Ilha do Cardoso, localizado no litoral sul de São Paulo, próximo à cidade de Cananéia, envolve uma de nossas maiores e mais bem preservadas áreas de Mata Atlântica e oferece uma rara oportunidade de convívio com a diversidade biológica dos manguezais.

Os alunos percorrem o Canal de Cananéia em embarcações características da região, de onde, não raro, avistam botos que surgem inesperadamente proporcionando um espetáculo inesquecível. O estudo se volta especialmente para os sistemas de mata atlântica, restinga, praia e costão rochoso, e busca, através da vivência de cada ambiente, conhecer e entender um pouco mais da complexa biodiversidade das áreas tropicais. Na visita ao Quilombo Mandira, além do delicioso almoço e da oficina de cestaria, eles têm contato com a arquitetura e a cultura dessa importante comunidade quilombola.

Na somatória dos estudos dos ecossistemas costeiros do Parque como conhecimento e reconhecimento da cultura das comunidades que ali vivem, pode-se produzir uma reflexão maior e a ampliação do debate sobre os caminhos futuros na busca pelo desenvolvimento sustentável.

postado sob 2019, EF2, estudo do meio

Em um março chuvoso, alunas e alunos do sexto ano do Colégio Ítaca aproveitaram um ensolarado dia de aprendizagem no Centro da cidade de São Paulo. A proposta desse estudo de meio, em nossa própria cidade, abrange várias matérias e busca proporcionar aos estudantes uma vivência urbana diferente, na qual eles utilizam o tempo para observar, sentir, admirar, questionar e refletir sobre a metrópole. As mudanças na paisagem urbana, os valores e histórias dos bens culturais, as relações com povos indígenas e as belezas dessa região da cidade foram explorados pelos olhos inquietos e atentos de nossos alunos durante todo o dia. 

Artes, Geografia, História, Estudos Étnicos, Linguagem Audiovisual, essas foram as matérias que se envolveram nesse Estudo de Meio. Contudo, fora da sala de aula, todos os saberes se misturam, e a realidade vivida se enriquece com esse caleidoscópio de investigações e interesses. Ao longo do dia, conhecemos logradouros e edificações do centro da cidade, como a praça Ramos de Azevedo, o Teatro Municipal, o Centro Cultural da Ocupação São João, a Rua São Bento, a Catedral da Sé, o Páteo do Colégio, entre outros. À tarde, finalizamos nossas investigações no Cemitério da Consolação com a narração de um conto inédito de Reginaldo Prandi e uma visita às curiosas obras de arte que habitam esse lugar. Cheio de experiênc ias e novidades, o primeiro Estudo do Meio do 6º ano em 2019 foi marcado pelo envolvimento, interesse e reflexão dos nossos estudantes.

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