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postado sob 2021, ciências, cultura, EF2, física
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Albert Einstein
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Isaac Newton

Na tradição popular, existe uma regra não verbalizada sobre a percepção da passagem do tempo: em alguns momentos da vida, atestamos e aceitamos que o tempo passa de modo diferente para cada um de nós, e isso parece estar relacionado com o tipo de atividade com que nos envolvemos. Se estamos nos divertindo, por exemplo, o tempo parece passar muito depressa; por outro lado, se estamos realizando tarefas que não nos chamam a atenção, o tempo se arrasta.

Na verdade, sabemos que isso é apenas uma sensação, e a ciência está aí para provar. Isaac Newton considerava o tempo como algo absoluto, verdadeiro e matemático, que transcorre uniformemente, e os maiores filósofos da natureza e cientistas concordaram com essa ideia. 

Assim, tudo corria bem na Mecânica Clássica, até Albert Einstein colocar o conceito de simultaneidade em xeque: fatos que ocorrem simultaneamente para mim podem não ocorrer para você!! O tempo corre de maneira particular para observadores, em diferentes velocidades.

Esses e outros fatos, tão alheios ao nosso universo de experiências cotidianas, mas explorados nas artes e nas ciências, foram objeto de investigação de nossos(as) estudantes de 8º e 9º anos, em pesquisas com o TEMPO como tema unificador. Eles se aventuraram, com curiosidade e com boa dose de ousadia, em assuntos que normalmente não trabalhamos na escola.

Alunos e alunas se prepararam assistindo a filmes que indicamos (porque adoramos esses filmes!), lendo textos que consideramos importantes para a compreensão do fenômeno da relatividade ou, mesmo, pesquisando, em uma atividade extraescola, como o tempo é entendido na música, na composição de obras literárias, qual a origem dos mais diversos calendários entre outros temas incríveis. Como resultado, recebemos trabalhos muito originais: uma revisão dos calendários como o desejo do homem em controlar a passagem dos dias; a noção e a contagem do tempo no andamento musical, o espaço-tempo e os buracos negros.

Os trabalhos foram publicados em forma de podcasts, arquivos sonoros que podemos escutar em plataformas de música ou em aplicativos para smartphones.

Parafraseando Caetano Veloso, na canção que nos inspirou nessa tarefa, esse trabalho - que envolveu Ciências, Geometria, Matemática e Língua Portuguesa - nos revelou o tempo como “um senhor tão bonito... um dos deuses mais lindos” e que ainda tem tanto a nos contar.

OUÇA AQUI ALGUNS PODCASTS:

• 8º ano
O tempo em diferentes planetas

• 9º ano
Como a gravidade modifica o tempo
Mudança do calendário juliano para o gregoriano

 

postado sob 2021, COVID 19, ex-alunos, Ítaca
Flávia Marques Ferrari
André Lorenz Michiles

Meu nome é Flávia Marques Ferrari, sou ex-aluna do Ítaca (turma de 2002) e estudei da 1º série ao 3º ano do Médio, ou seja, o ciclo inteiro. 
Hoje sou bióloga e professora e autora de ciências. Além da profissão, sempre senti que era papel importante a divulgação de ciências e, há muito, atuo nos bastidores dessa área, ou ajudando amigos divulgadores ou organizando coisas com eles. Há dois anos, por exemplo, organizei o Conhecer Eleições, que contou com cientistas entrevistando presidenciáveis. 
Durante a pandemia, me juntei a um grupo de cientistas chamado Observatório Covid-19 BR. A ideia do grupo é juntar especialistas de diferentes áreas, para fazer análises da pandemia. Atuo nas redes sociais do grupo, ajudando na divulgação dessas análises. 
Em dezembro, o grupo se juntou a outros divulgadores e fundou o movimento #TodosPelasVacinas, que visa a mobilizar as pessoas para o tema. Construímos um portal www.todospelasvacinas.info e fomos agregando apoios e materiais, visando a esclarecer questões, como notícias falsas, e sensibilizar a população para o assunto da vacinação.
A última ação do movimento juntou ainda outro ex-aluno do Ítaca, André Lorenz Michiles, cineasta. Juntamos escolas de samba e pintamos um gigante #TodosPelasVacinas, no sambódromo. Criamos essa peça (filmada e dirigida pelo André), que ganhou repercussão internacional sendo tuitada até pela ONU.
Para ver esse filme, no tweet da ONU, clique aqui. Ou então, no Youtube, aqui.

postado sob 2021, cultura, São Paulo

A celebração tradicional do aniversário de São Paulo não acontecerá este ano, devido à pandemia, mas muitos eventos serão adaptados para a versão virtual.

O tradicional Bolo do Bexiga — que sempre media aproximadamente um quarteirão e cujos pedaços eram disputados  por uma multidão —­ vai ter também uma versão virtual: um projeto no bairro coletou 467 vídeos curtos de pessoas com bolos ou outros doces em mãos, em suas casas, dando parabéns à cidade.
A ideia é que haja o bolo e ele siga sendo comunitário, mas virtual. Cada um come o seu, em casa”, afirma a jornalista Nádia Garcia.
O filme, com as mensagens enviadas por pessoas de qualquer lugar do Brasil, serão publicados no site. 

 

Os MUSEUS, CASAS DE CULTURA e outros grupos que produzem cultura também terão programação especial.
Veja algumas abaixo:

A São Paulo Companhia de Dança (SPCD) vai ao ar nas redes sociais, no dia 25 de janeiro, às 18h. O bailarinos dançam trecho de Odisseia, da coreógrafa Joëlle Bouvier, em frente do Museu de Arte de São Paulo (MASP), com trilha sonora original de André Mehmari e direção de vídeo de Alexandre Cruz, Inês Bogéa e Luciano Cury. Mais informações no site: http://spcd.com.br.

A Pinacoteca de São Paulo tem a PinaCanção, evento dedicado às crianças - uma história cantada entre pinturas, criada por Hélio Ziskind. A apresentação, que reúne música, teatro e artes visuais, dura 40 minutos e está disponível no site: https://pinacoteca.org.br/pinacancao/.

O Museu da Casa Brasileira irá promover no dia 25 de janeiro, às 10h, uma oficina de desenho on-line, pela plataforma Zoom, em homenagem ao aniversário da cidade. A intenção é compartilhar imagens, ideias, lembranças, afetos e desejos que giram em torno do imaginário paulistano. Mais informações no site: https://mcb.org.br/pt/ .

Na Pinacoteca, o público pode visitar o acervo do espaço, virtualmente: https://www.portal.iteleport.com.br/tour3d/pinacoteca-de-sp-acervo-permanente/
Veja também a visita guiada da exposição dos Gêmeos, pelos mesmos: https://youtu.be/_fRTGMnZ3xk

Para celebrar o aniversário da cidade, o MIS-SP lançará no próprio dia 25 de janeiro um selo especial de John Lennon, em parceria com os Correios, que parte de uma imagem cedida pelo fotógrafo Bob Gruen.
Confira as exposições virtuais do MIS: https://www.mis-sp.org.br/exposicoes/list/virtual

A Casa das Rosas terá a atividade “De perdizes às galáxias – O cosmopolitismo de Haroldo de Campos”, na própria segunda-feira, 25 de janeiro, pelo Zoom.
O evento acontecerá das 19h às 21h e a  inscrição pode ser feita neste link, até o dia do evento.

A Casa Guilherme de Almeida terá exibição do filme “Afro-Sampas”, acerca da presença africana na música brasileira e na capital paulista. Sábado, 23 de janeiro, pelo Zoom, às 15h. Informações e inscrições:  link, até o dia 22 de janeiro.

A Casa Mário de Andrade terá aula-show “Água do meu Tietê, onde me queres levar?” , no sábado, 23 de janeiro, pelo Google Meet, das 16h30 às 18h30. As inscrições devem ser feitas neste link até o dia do evento.

A Fábrica de Cultura Vila Nova Cachoeirinha vai promover o sarau “Palavras de afetos: músicas e poesias de amor a São Paulo” – apresentação da cantora Luana Bayô, das poetas Mayana Vieira, Midria da Silva e do poeta Igor Chico.
O evento será no domingo, dia 24 de janeiro, das 19h às 20h, pelo Youtube das Fábricas de Cultura (link).

A Oficina Cultural Maestro Juan Serrano promoverá uma programação com atrações artísticas, gastronomia, literatura, música, grafite e teatro, entre outros, na segunda-feira, 25 de janeiro, das 10h30 às 16h30
Basta acessar a página do Facebook

Um feliz aniversário, São Paulo!

#culturaemcasa #culturasp

postado sob 2021, arte, EM, grafite, Ítaca
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Já é uma tradição: todo ano, o professor Renato Izabela fecha seu curso de História da Arte do Ensino Médio propondo aos alunos do 3º EM do Ítaca um grande grafite em alguns muros do Colégio.

Dado um estímulo temático (em 2020 foi a Pop Art), a turma discute, decide, planeja. E a obra se inicia. Coletiva em uns momentos; individual em outros.

Na verdade, além de um trabalho de criação e integração bem como de ocupação de um espaço da escola, o grafite é uma proposta atrelada ao final do curso de 3 anos, momento em que a turma estuda os primórdios da efervescência do grafite moderno, nos anos 1970, em Nova Iorque, com Basquiat; no Brasil, com Alex Vallauri, e também os caminhos dessa arte desde o grupo Tupi Não Dá (anos 80) até os hoje consagrados Os Gêmeos, Zezão, Prozac, Ciro Seu, entre outros.

O bônus é cada turma do 3º deixar sua marca e sua despedida por um ano inteiro, nos muros do Colégio (até a próxima turma se formar). Efêmera sim, mas expressiva, rica e significativa ...

Vejam as obras de algumas turmas do Ítaca!!

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