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Quando você tem um tema, o mundo é o tema.
Lia Vainer

No Ítaca, nos terceiros anos do Ensino Fundamental 1 (crianças de 8/9 anos), o tema em curso é a preservação da vida, do meio ambiente e, naturalmente, dos animais em extinção e a continuidade da vida.

O mundo, lugar de muitos conhecimentos em que a criança a partir dos 7 anos passa a operar, é campo de planejamento dos professores. Informações e acontecimentos no tempo e no espaço disparam conhecimentos significativos, que os professores conectam com o repertório dos seus alunos, com o entorno e com a história que não cessa. Dessa forma, escritores, pesquisadores, fotógrafos, jornalistas, artistas plásticos, músicos, cineastas, ao narrarem criativamente o mundo em suas diversas facetas, fornecem conteúdos que contribuem para o enriquecimento das propostas didáticas planejadas.

Quando o assunto é preservação ambiental, uma rede de informações, acontecimentos e experiências interligam as crianças às suas próprias vivências, que se prolongam em interesses.

Este percurso contou com o livro "MATO? "  
Mas iniciou-se pela proposta de conhecer tanto as diferenças como as conexões entre a zona rural e a urbana. As pesquisas relativas às produções agrícolas, comércio, o cotidiano dessas duas áreas foi assunto de trocas entre as crianças.

A voz do poeta Carlos Drummond de Andrade, na ocasião do seu aniversário de 100 anos, apresentou-se por meio do poema ‘’Infância’’, do cotidiano rural na sua cidade natal, Itabira/MG:  Os alunos seguiram pelo lombo do cavalo e pelo aroma do café no fogão a lenha.

De lá, partiram para a biografia do poeta e a sua morada, na idade adulta, na cidade do Rio de Janeiro. Eis que Itabira, na infância, e Rio de Janeiro, em sua idade adulta, ofereceram o contraponto entre área rural e urbana da época .  E os alunos seguiram, inclusive, fazendo cálculos matemáticos entre as distâncias dessas duas cidades, os melhores trajetos, considerando meios de transportes , estradas de rodagem, nas diferentes épocas que variavam entre 1902 e 1980, fases de vida do poeta.

A fotografia já se inseria, na época, como registro de trajetórias no tempo e no espaço. O fotógrafo Marcello Cavalcanti  clicou os mesmos ângulos e fez a montagem com os registros dos locais que Augusto Malta, retratara no Rio de Janeiro, no início do século 20. Os alunos puderam, assim, visitar a cidade grande, zona urbana nos dois tempos:  no início do sec. XX quando então nascia Drummond na área rural mineira e no sec. XXI quando então morou na cidade como adulto.  

Outro interlocutor trouxe suas impressões de aldeia e de cidade grande: o escritor indígena Daniel Munduruku, no seu livro, “Crônicas de São Paulo, um olhar indígena”.

Pelo olhar indígena também foi reconhecida outra cidade grande, São Paulo, por meio das crônicas desse escritor.  Ibirapuera, Tatuapé, Butantan, foram alguns dos textos, narrativas que suscitaram interesses e muitas perguntas.

Como o gênero ‘’entrevista” estava presente nos estudos de Língua Portuguesa, com pesquisas sobre entrevistas publicadas por escritores como Ruth Rocha e pelo próprio Daniel Munduruku. Essa jornada de interlocuções seguiu por outros assuntos, analisando-se tal gênero

O texto“Butantan”, de Daniel Munduruku,  trouxe  o olhar indígena reconhecendo no Instituto do mesmo nome, sua floresta, suas cobras, suas pesquisas. O momento da pandemia, as vacinas. A curiosidade da criança e do cientista: Rodrigo Franco de Carvalho, biólogo do Instituto  Butantan, foi convidado  a conversar com os alunos.  

As crianças organizaram-se previamente com perguntas, prolongamento dos seus interesses e curiosidades. Coincidentemente, no Dia do Biólogo que Rodrigo esteve nas três salas dos terceiros anos. Isso também impressionou a todos.

O tempo das lives não foi suficiente para as trocas entre o pesquisador e os estudantes. Animais, vacinas, perigos, a instituição, Rodrigo como cientista e suas escolhas pessoais foram assunto de muita conversa, sintetizada aqui pela pergunta de uma criança e a resposta do cientista:  
 

O QUE É PRECISO PARA SER UM CIENTISTA?
- Muita curiosidade. 

As perguntas não apresentadas estão sendo organizadas para uma nova rodada, agora por e-mail endereçado ao Rodrigo.

Paisagens nativas, progresso, cidade grande, áreas rurais, olhar indígena, aldeia pequena e aldeia grande, assuntos que trouxeram naturalmente outras perguntas: E a ameaça de extinção?  E os animais, a floresta, os rios, a queimada?

Chegamos, assim, à pergunta que não quer calar e que intitula o livro de Rogério Assis e Ciro Girard: MATO?

Assim como as fotos de Cavalcanti e Malta, de um Rio de Janeiro de antes e depois, mostraram alterações históricas e geográficas, este trabalho valioso sobre a Amazônia trouxe a floresta e sua narrativa histórica que coloca a ameaça de extinção e a possibilidade de preservação em pauta.

Chega o livro do Rogério Assis: MATO?
 

EM PAUTA: A NATUREZA DESAPARECERÁ?  
Segue abaixo a proposta feita para os alunos:

Conheça algumas imagens da situação atual da Amazônia brasileira, em paralelo a imagens da situação anterior desse vasto território.

As imagens são do fotógrafo Rogério Assis e a montagem do ‘’antes’ e do ‘’depois’’ foi feita pelo designer Ciro Girard. Juntos publicaram esse trabalho no livro MATO?

Curioso!  Um nome de livro com ponto de interrogação. O que será que os autores estão perguntando? 

1)   Olhe para as imagens e imagine uma resposta para essa interrogação: MATO?
2)   Agora leia os comentários abaixo, de Tica Minani, depois de ter olhado as imagens do livro. Tica é coordenadora da campanha do Greenpeace na Amazônia.

‘’É mata, é brisa, é sol, é árvore, é rio, é formiga, inseto, areia, calor, água fresca, folhas, samaúma, açaí, peixe, onça, jacaré, macaco, lua, coruja, sapo, voadeira, nuvem, chuva, rede, revoada de pássaros, mandioca, banana, fogueira, magia, gente, risos... 

No mato tem tudo isso. E mais: tem uma riqueza exuberante que sustenta uma teia de vida valiosa e diversa, de muitas formas, muitas cores, capaz de provocar medo, mistério e maravilhamento...

Essa mesma riqueza exuberante, que abunda no mato, nos rios, nas árvores, nos minérios e em tantos outros recursos naturais, é motivo de orgulho para a maioria dos brasileiros, mas também desperta outros sentimentos menos nobres que a magia e o maravilhamento.

Muitos olham para o mato e veem outro tipo de riqueza – uma riqueza que esgota os rios e a terra, que cavouca minérios, que corta as árvores, que expulsa as gentes e silencia os risos...’’

O percurso foi finalizado com a observação de dois alunos, ao integrarem o vasto tema de preservação ambiental ao conteúdo trabalhado em Ciências, “Polinização, uma memorável parceria’’:  

- Se a gente desmatar, os bichos não terão mais onde morar, aí entra naquele outro assunto que conversamos sobre polinização, não teremos mais árvores e nem bichos para ajudar a “repor” a natureza.

- O ser humano precisa perceber que ele também é a natureza, se destruir e não cuidar, uma hora  não vamos mais existir.

 

O LIVRO:

Mato?
Autor:  Rogério Assis e Ciro Girard
Editora: Olhavê
ISBN: 978-85-93223-06-8
Idioma: Português
Edição: 1ª
Ano de lançamento: 2018
Número de páginas: 116

PDF do livro. Disponível no site do fotógrafo Rogério Assis: https://rogerioassis.46graus.com/livros/mato-1/ 

 

postado sob 2020, EF1, EF2, EM

Para esclarecer dúvidas e ter informações sobre horários, valores, transporte, alimentação, etc, acesse AQUI.
Caso queira marcar uma reunião com nossa direção, acesse a FICHA DE INSCRIÇÃO, que entraremos em contato para agendar.

 

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postado sob 2020, EF1, EF2, EM, Ítaca, Português

É a primeira vez que a UNESCO toma uma decisão dessas em relação a um idioma que não é uma de suas línguas oficiais

A Unesco ratificou o dia 5 de maio como Dia Mundial da Língua Portuguesa. A decisão foi tomada no dia 25/12/2019, na sede da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), em Paris, na reunião do seu conselho executivo.

Todos os países lusófonos se uniram para levar essa proposta à Organização, e receberam o apoio de países como Argentina, Chile, Geórgia, Luxemburgo ou Uruguai, levando a proposta a ser aprovada por unanimidade.

O primeiro-ministro português, Antônio Costa, presente na reunião, declarou: "É um passo muito importante para as 260 milhões de pessoas que têm o português com língua oficial e que é hoje a língua mais falada no hemisfério Sul".

Antônio Costa realçou que a língua portuguesa vai ter "um forte crescimento". Segundo ele, no final do século 500 milhões de pessoas vão falar o idioma.

Sobre o reconhecimento da Unesco do 5 de maio como dia oficial da língua portuguesa, o primeiro-ministro disse tratar-se de algo "muito importante porque é o reconhecimento desta dimensão global numa língua que é falada oficialmente em nove países, em quatro continentes e que é a quinta língua mais utilizada no espaço da internet".

Acesse a Frente Cultural de Apoio ao Dia Mundial da Língua Portuguesa:
https://bit.ly/2W6taC1

Veja os depoimentos, sobre a língua portuguesa, e contribua com o seu, no Flipgrid:
http://flipgrid.com/dmlp

E veja aqui o mapa dos depoimentos:
https://bit.ly/35v1wS0

Referências:
• http://museudalinguaportuguesa.org.br/dia-da-lingua-portuguesa-com-programacao-virtual/
• https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2019-11/unesco-estabelece-o-dia-mundial-da-lingua-portuguesa
• https://observador.pt/2019/10/17/unesco-aprova-dia-mundial-da-lingua-portuguesa/
• https://epocanegocios.globo.com/Mundo/noticia/2019/11/unesco-estabelece-o-dia-mundial-da-lingua-portuguesa.html

postado sob 2020, arte, EF1, EF2

Tudo o que você precisa é algumas dessas coisas:

• tesoura
• cola
• papel ou cartão (pode até ser de embalagem)
• giz de cera, guache, canetinhas, giz pastel...
• linha de bordar e agulha (se for bordar)

e Folhas - secas é melhor, mas podem ser verdes para algumas das atividades.
Dica: se tiver folhas na geladeira, que estiverem feinhas para comer, aproveite! Couve, por exemplo, pode virar uma cobra de recorte (Veja em “colagens com folhas”, adiante).

Se você não tem folhas, você pode criá-las!
Veja como:
Desenhe folhas de vários formatos numa folha de papel qualquer e depois recorte. Pode fazer com papeis de cores diferentes

Pintando as folhas

Existem várias maneiras de pintar as folhas e com diversos materiais: tinta guache, canetinhas (aquelas canetas corretivas brancas são ótimas para isso e as canetinhas pretas ou outras mais escuras também).

Pintando e colando

Mesclar desenho e pintura das folhas com colagens pode dar resultados surpreendentes e divertidos.

Carimbando com folhas

Você vai precisar de tinta guache ou acrílica (mais grossa, sem diluir), pincel e uma folha branca ou colorida, onde você vai imprimir a sua imagem, como nos exemplos abaixo.

Pode aproveitar e desenhar por cima, depois de seco.

Folhas como máscaras para pintura

Com o mesmo material da pintura aí de cima, agora você usa as folhas como máscaras para pintura. Pode sobrepor umas às outras, que fica ótimo!

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Recortes e colagens com folhas - uns simples, outros mais complicados

Escolha várias folhas e até flores, melhor ainda se tiverem formas e cores diferentes.

Escolha um papel ou cartão para base da sua colagem, use tesoura para mudar formas e cole. Pode misturar com colagens de papel,se quiser.

Folhas de comida, como couve, por exemplo, também servem (veja a cobra!).

 

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Dá também para testar outras coisas como, por exemplo, massinha!

postado sob 2019, ciências, EF1
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Durante cerca de 20 dias, o projeto Joaninha trouxe para o 2º EF1 uma vivência intensa, rica em discussões e aprendizados. De forma intuitiva, elementos da observação científica foram trabalhados de modo prático, experimental e participativo. 

A atividade sobre educação ambiental, realizada pelas três turmas de 2º ano do EF1, envolveu o estímulo à observação científica de características e do desenvolvimento e metamorfose de duas espécies de insetos do grupo conhecido popularmente como “Joaninhas”. Foi também desenvolvido o estudo do papel ecológico desses animais no controle da quantidade de outras espécies de insetos, na natureza, já que deles se alimentam. Esse processo é chamado “controle biológico” e é muito importante na diminuição e, por vezes, a eliminação do uso de agrotóxicos -  que, utilizados indiscriminadamente, matam tanto as chamadas “pragas da lavoura” como também insetos polinizadores, como as abelhas, por exemplo, além de serem potencialmente perigosos para os seres humanos. As populações das próprias joaninhas já estão muito ameaçadas, em decorrência da presença de grandes quantidades de inseticidas no ambiente.

Durante o projeto, as crianças tiveram oportunidade de conhecer três fases da vida do inseto analisado: larva, pupa e adulta. Espera-se que uma atividade prática como esta incentive os alunos, que pertencem à faixa etária compreendida entre 7 e 8 anos, a desenvolverem o espírito investigativo e de preservação do equilíbrio da natureza.

O material utilizado foi desenvolvido por especialistas em insetos e se compõe de larvas de duas espécies de joaninhas, um habitáculo, que as protege de predadores e que contém água e alimento, o qual se compõe de ovos de outros insetos. Esse conjunto é fornecido pelo engenheiro agrônomo, mestre em entomologia, Guilherme Trivellato, da empresa “Asas e Cores” ( www.asasecores.com.br). Houve também a utilização de jogo de tabuleiro, com perguntas e respostas a respeito das Joaninhas, especialmente sobre os cuidados que devem ser tomados até o momento de soltá-las na natureza, já no estágio de adultas.

Os insetos foram observados pelos alunos, em seus respectivos habitáculos, por cerca de 20 dias, durante os quais passaram pelo estágio de pupa,  posteriormente  tornando-se adultas, quando ganharam liberdade, sendo colocadas sobre plantas da escola, para que pudessem se manter por si mesmas, predando pulgões e outros insetos. (acesse as fotos desse processo na galeria de fotos)

Foram muitos os resultados obtidos, os imediatos, expressos em desenhos de observação produzidos pelas turmas (Galeria de fotos), nas conversas entre os alunos e professoras, analisando o que observavam, no despertar da curiosidade sobre os processos biológicos, entre outros.

Os resultados a longo prazo esperamos que sejam relacionados ao conhecimento das relações naturais entre os seres vivos e à formação da consciência da necessidade de preservação da biodiversidade.

VEJA ABAIXO O PROJETO COMPLETO, ATRAVÉS DO LINK DE ACESSO RESTRITO (apenas quem estiver logado conseguirá ver)

postado sob EF1, EF2, EM, Ítaca

O calendário do Ítaca foi aprimorado, com algumas funcionalidades novas, que vão facilitar a navegação e consulta. Veja como funciona, abaixo.

CONSULTAR CADA UM DOS CALENDÁRIOS (EF1, EF2, EM)
Basta clicar em uma das abas de cima, do lado esquerdo. Cada calendário tem uma cor predominante (verde abacate, laranja, verde escuro).

 

 

CONSULTAR UM MÊS ESPECÍFICO
Você pode pular de um mês a outro, sem ter que percorrer todos os meses, apenas com um click sobre o nome do mês, do lado direito do calendário, como na imagem abaixo. 

 

 

 

IMPRIMIR O CALENDÁRIO
Para ter o calendário sempre consigo, colocar em um mural, fazer anotações, basta clicar em "versão para impressão", do lado direito superior.

 

 

ENTENDENDO CADA COR
As atividades são separadas por cores, conforme legenda em baixo.

 

postado sob EF1, evento, Ítaca, Literatura
CONTEÚDO PARCIALMENTE RESTRITO
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A Feira Literária do Ítaca, a Flítaca, foi um grande encontro inspirado na cultura popular e em um dos seus pesquisadores brasileiros, Mário de Andrade. Como a cultura popular conta sobre o cotidiano de alguma comunidade ou povo, nós nos pautamos em ações no dia a dia do colégio. A sua programação extrapolou, assim, o dia do evento, 22 de setembro.

As duas semanas  que antecederam foram de muito trabalho, ações que desencadearam uma série de encontros entre os grupos do EF 1. Nos espaços abertos do colégio Ítaca uma atmosfera literária se revelou: oficinas de manufaturas de barquinhos de papel, declamações de poemas, adivinhas ditas em alto e bom tom, histórias contadas, poemas e versos em peixes de papel ocuparam corredores, quadra e pátios.

A Flítaca, pouco a pouco,  ganhou corpo e voz pela produção autoral de cada grupo do EF1 e apresentou Quixotes, Medos, Sacis, Biografias, Joões e Marias; pela produção coletiva alinhavou ditos e feitos de crianças de 6 a 10 anos; peixes e barquinhos de papel representaram essa comunidade de alunos e professores em um só rio. 

Na noite de 21 de setembro, sexta-feira, o colégio promoveu uma conversa entre Vera Lamy, atriz da Companhia do Feijão, pesquisadora da obra de Mario de Andrade e Rogério Assis, fotógrafo que tem documentado de forma primorosa tribos indígenas do norte do Brasil. Por meio das narrativas desses dois convidados, famílias e educadores contemplaram um Brasil adentro: nos rios, nas comunidades ribeirinhas, na visão de Mário de Andrade, nos territórios indígenas.

Manhã de sábado, 22 de Setembro, e as famílias e amigos chegaram para compartilhar os trabalhos imaginados e arquitetados pelas suas crianças, junto à comunidade de educadores do colégio. 

O Colégio reconhece e agradece o envolvimento dos alunos, educadores, pais, mães e amigos. O espaço cuidadosamente preparado e alterado foi ocupado pelo melhor da Feira, o encontro pela palavra. 

CLIQUE ABAIXO PARA VER MAIS TRABALHOS E FOTOS
Joões e Marias - fotos da produção doa alunos do 1º ano
MEDOS!!! - trabalhos e vídeo sobre a produção do 2º ano

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postado sob EF1, EF2, EM, evento

No sábado, 23, aconteceu a já tradicional festa junina do Ítaca!

Uma festa feita pela equipe da escola, com participação de pais e alunos
A ideia é que a tradição junina seja mantida e, também, haja um encontro das famílias.

Quadrilhas bem ensaidas, cantadas e dançadas por alunos de todas as idades, sob a iluminação de lanternas artesanais (a grande maioria) feitas na escola deram um encanto especial  à festa.

Comidinhas, doces e bebidas típicas – nas barracas especialmente montadas para a festa – preencheram, com alegria, todo o terreno da escola. Houve também música ao vivo, com sanfoneiro e grupo, tocando as músicas tradicionais das festas de São João.

E, mantendo o princípio da solidariedade, quem foi à festa foi convidado a fazer uma doação, depositando as fichinhas que sobraram (compradas e não utilizadas nas barraquinhas de comidas e jogoa) em uma urna na saída da festa.Essas fichinhas foram reconvertidas em dinheiro e doadas aos Médicos sem Fronteiras.

Agradecemos a todas as famílias que aqui estiveram e, também, aos ex-alunos que são e serão sempre convidados.

Abraços juninos a todos!
Equipe do Ítaca

As fotos espelham o que foi essa linda festa!!!
VEJAM AS GALERIAS COMPLETAS, NOS LINKS:
Galeria 1
Galeria 2
Galeria 3

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postado sob EF1, esporte, Ítaca
Beisebol Itaca 1
Beisebol Itaca 3
Beisebol Itaca 2
Beisebol Itaca 2

Lucas Takahashi Uru, aluno do 4º EF1,  foi convocado para integrar a Seleção Brasileira de Beisebol 2018, categoria pré-infantil (8 a 10 anos).
A seleção participará do XXIII Campeonato Pan-Americano na Nicarágua. 

Lucas iniciou a brincadeira no beisebol aos 7 anos e não parou mais, tamanha a paixão que o envolveu (e aos pais também) neste esporte. 

Seu time Cooper Clube foi campeão da Taça Brasil 2017 e sagrou-se vice campeão na Taça Brasil 2018. Lucas foi premiado como 3º melhor rebatedor e arremessador destaque do torneio deste ano.

O beisebol, por ser um esporte coletivo completo, estimula muito o espírito de equipe, companheirismo, disciplina, organização, agilidade, coordenação, raciocínio rápido, etc... Além de ser agradável por ser praticado ao ar livre e em áreas verdes, estimula também a integração familiar.

Parabéns, Lucas!

postado sob EF1, EF2, EM, Ítaca

A lista de livros do Ítaca para o ano de 2018 já está disponível no terminal web. Basta fazer o login no nosso site, com sua senha. Caso seja pai de aluno do Ítaca e não possua senha, peça a sua na secretaria.

Sse for de seu interesse, o site da Livro Fácil tem a lista completa para compra no link: http://www.livrofacil.net/colegio/291/itaca . Em "código fornecido pelo colégio", coloque: Itaca2018. Em seguida, selecione o ano a cursar, e a lista aparecerá, junto com as condições de desconto e pagamento.

postado sob EF1, estudo do meio, Ítaca

O estudo do meio dos alunos do 6º ano, realizado entre os dias 18 e 20 de outubro, para São Luiz do Paraitinga, envolveu história, lazer e muito aprendizado, além de momentos inesquecíveis, regados a folclore, contação de histórias e festa popular. Conhecer a cidade é reencontrar uma parte da vida da região, valorizada pelos moradores locais. Conversar, ouvir causos, caminhar tranquilamente, conhecer uma fazenda colonial, aprender a fazer paçoca, praticar a dança Moçambique e observar a arquitetura da cidade ajudam na preservação da memória e na recuperação do patrimônio, processo que se evidencia na restauração dos prédios e das fachadas. 

Aliado ao projeto desenvolvido na cidade, a visita ao Núcleo Santa Virgínia do Parque Estadual da Serra do Mar compreende os estudos de ciências e biologia, com ampla amostragem de Mata Atlântica, numa área belíssima do maior parque desse bioma no Brasil, com direito a trilha e banho em duas lindas cachoeiras.

Acompanhados das professoras Lívia e Luana, e sob supervisão da Uggi – Educação Ambiental, nesses três dias, nossos alunos aprenderam muito, mas aproveitaram ainda mais! 

 

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O 4º Vivenciando as Ciências aconteceu no dia 7 de outubro, sábado. Centrado em temas das Ciências da Natureza, o evento é um encontro bianual, composto de oficinas, palestras, conversas, exposições e demonstrações de experimentos, feitos por alunos, professores e pais do Ítaca.
São inúmeras atividades ligadas a distintas áreas e subáreas do conhecimento científico: física (acústica, resistência dos materiais, etc), biologia (microbiologia, botânica, etc), química, astronomia, oceanografia, medicina, ciências biomédicas, psicologia, educação, nutrição, etc.   

O evento foi muito divertido e dinâmico e, além da apresentação de profissionais das distintas áreas, por um dia os alunos do EF1, EF2 e EM também foram professores e pesquisadores, ocupando os espaços da escola com seus trabalhos e experimentos e explicando os diversos fenômenos científicos para os visitantes.

Além do contato com uma grande riqueza de conhecimentos, o intercâmbio com profissionais das diferentes áreas colocou os estudantes em contato com a realidade da vida profissional, ajudando a refletir sobre suas possíveis carreiras.

Veja abaixo alguns temas abordados nas palestras e atividades do evento deste ano:

APRESENTAÇÃO DE ALUNOS:

Experimentos de Física e Química
Alunos do Ensino Médio

Experimentos de Biologia
Alunos do Ensino Médio

Experimentos de Ciências
Alunos do Ensino Fundamental 2

Exposição de trabalhos do EF1
1º EF: Os nossos sentidos
2º EF: Pesquisando as plantas do Ítaca
3º EF: Terrários e aquário de plantas
4º EF: Modelos de fósseis
​5º EF: Biomas brasileiros

 

APRESENTAÇÃO DE PROFISSIONAIS:

Pesquisa Científica na Antártica – Introdução Um breve histórico do continente antártico, suas peculiaridades e as pesquisas que são desenvolvidas lá, incluindo as pesquisas brasileiras.
José Roberto Machado Cunha da Silva
Prof. Dr. do Laboratório de Histofisiologia Evolutiva
Departamento de Biologia Celular e do Desenvolvimento
Instituto de Ciências Biomédicas - USP

Exercício Físico nas Doenças: Lições do Coração
Patrícia Chakur Brum
Profa. Dra. do Laboratório de Fisiologia Cel Mol. do Exercício
Escola de Educação Física e Esporte da USP

Dinâmica de Populações e Teoria do Caos
A interface entre física e biologia - particularmente ecologia. 
Prof. Fabio Stucchi Vannucchi
Físico - Docente da Unesp

Inteligência Artificial
Como a inteligência artificial está influenciando o mercado de trabalho? 
Como deverá ser o perfil profissional no futuro próximo? 
Estamos em meio a uma nova revolução industrial? 
Esta palestra não tem as respostas a todas estas perguntas, mas servirá como uma amostra do que já está acontecendo nos mercados brasileiro e global no que diz respeito à inteligência artificial e à nova economia, e como as profissões estão sendo afetadas.
Pávio Domiciano Muniz

As Ciências do Mar
As ciências do mar e a profissão do cientista do mar -  biologia marinha, ecossistemas no ambiente aquático, o aquecimento global e a acidificação dos oceanos.
Gabriela Tavares
Bacharel Interdisciplinar em Ciências e Tecnologia do Mar
Mestranda em Biodiversidade e Ecologia Marinha e Costeira
Univ. Federal de SP – Campus Baixada Santista

Valorize seu Intestino: Ele Pode Ajudar a Perder Peso, Combater Alergias e Doenças Neurológicas
Caroline Marcantonio Ferreira
Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas 
Laboratório Multidisciplinar em Saúde e Meio Ambiente -
Universidade Federal de São Paulo/Campus Diadema

Microscopia - "Observação do Plâncton: A vida em uma gota d'agua". Oficina com alunos dos 7º anos, orientados por Cláudia Namiki, pós-doutoranda do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo 

Você já viu uma onda sonora?
Experimento para ver ondas da frequência do som
Marcelo Nishio

Quiprocó: A Confusão Quando Não Sabemos o que Sentimos 
Sensibilizar as crianças para a identificação e compreensão dos seus sentimentos e os dos outros; trabalhar, de forma breve, a expressão de sentimentos e a resolução de problemas.
Carolina Andrade e Paula Pessoa, Psicólogas

Astronomia - observação do Sol com telescópios solares
Elysandra e Eduardo Cypriano
Astrônomos, Profs. Drs. do IAG – USP

 

A Vida das Abelhas e Muito Mais
As abelhas são de extrema importância para a polinização da grande maioria das plantas. Sendo assim, desempenham um papel fundamental na manutenção da existência da vida em nosso planeta. Existe uma grande diversidade de espécies de abelhas e na forma como se organizam socialmente, sendo, a maioria delas, solitárias. Nessa atividade apresenta-se um pouco sobre a vida das abelhas, suas sociedades e funcionamento. Será apresentado material de coleção para exemplificar a diversidade de espécies. 
Maria Cristina Arias, Profª. do Departamento de Genética e Biologia Evolutiva Instituto de Biociências-USP

 

DEMONSTRACÕES:

Profª. Vera Lucia Martins Oikawa

Três experimentosA água furiosa, Vulcão e Sangue de diabo ou Sangue de mentirinha

Thomaz Magalhães 
Princípios de Acústica, Aplicação do Som em Sopros, Cordas e Diferentes Tipos de Tambores

Ricardo e Fabíola Bovo Mendonça
Prof. Zoologia USP
Estande para Observação de animais – aranhas, escorpiões e outros animais

 

postado sob EF1, evento, Ítaca
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Dia 2 de setembro, sábado, tivemos mais uma edição da Manhã Musical.

Sob muitos aspectos, é um dos eventos mais divertidos e mais criativos da escola por um motivo simples: crianças livres mostrando habilidades artísticas.

Apresentações nos mais diferentes formatos, feitas por crianças entre 6 e 11 anos.

Declamação de poesias, contação de piadas, relatos de histórias e apresentações de ginástica, danças e músicas.

Nas músicas, crianças cantando e tocando (violão, flauta, pandeiro, teclado, violino).

Nas cantorias, da mpb ao mais radical rap.

Crianças sozinhas, crianças com pais, crianças com mães, crianças com irmãos ou irmãs, crianças com madrinhas ou tias, crianças com amigos, crianças com outras crianças.

Foram 4 horas de muita alegria e diversão.

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