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postado sob 2020, corpo, dança, saúde
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Camila Cohen, nossa professora de dança e teatro, preparou um vídeo de alongamento e mobilidade articular para que vocês possam fazer em casa.

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Diante de uma Praça São Pedro completamente vazia, na sexta-feira, 27 de março, o Papa Francisco realizou uma oração especial pelo fim da pandemia do novo coronavírus. O evento foi difundido mundialmente por meio dos meios de comunicação, marcando um momento de isolamento físico e reflexão sobre toda a humanidade, sem distinção social, cultural, religiosa ou de gênero.

A  Covid-19 (provocada pelo SARS – CoV-19)  mudou, além do cotidiano das pessoas, muitas práticas e tradições  religiosas que também tiveram, naturalmente, que se adaptar às limitações para conter a propagação da doença. 

Nesta época, especialmente, ritos de Páscoa, Pessach e Ramadã —respeitados e celebrados por cristãos, judeus e muçulmanos, entre outros —  precisaram ser suspensos ou flexibilizados, recorrendo-se, inclusive, a recursos tecnológicos para a realização a distância de cultos e encontros familiares de celebração, como, por exemplo, o Zoom, Skype, Meet ou Hangout – todos permitem reuniões on-line, com imagem e voz dos participantes.

Outro exemplo das alterações necessárias foi a reformulação dos serviços da Semana Santa – parte dos rituais cristãos - sem presença de peregrinos em Roma ou Jerusalém. 

O Seder – jantar cerimonial judaico em que se recorda a história do Êxodo e a libertação do povo de Israel – este ano abril o Pessach em 8 de abril, em grupos de familiares que habitam a mesma casa, alguns conectando-se por aplicativos com outros membros da família.

No dia 23 será a vez de os muçulmanos iniciarem o Ramadã, mês de reflexão e oração. A pandemia fechou mesquitas e certamente vai impor a quebra do jejum sem reuniões de famílias e amigos. 

Os cristãos

Ritos cristãos nos dias que antecedem a Páscoa, data que marca a Ressurreição de Cristo, também serão adaptados. A Via-Sacra, procissão da Sexta-Feira Santa, que ocorre habitualmente nos arredores do Coliseu, em Roma, acontecerá este ano na Praça de São Pedro sem fiéis. Assim também a Urbi et Orbi, bênção concedida pelo Papa no domingo de Páscoa. 

O Vaticano emitiu ainda diretrizes para que párocos e bispos em regiões sob quarentena adiem liturgias que podem ser postergadas e celebrem missas sem que os fiéis estejam fisicamente presentes. Os sacerdotes deverão informar o horário das celebrações para que as pessoas possam se unir em oração de suas casas. Transmissões ao vivo pela televisão e pela internet também serão adotadas por diversas dioceses que fecharam temporariamente suas portas.

Em Israel, as procissões foram canceladas na Terra Santa, e as missas deverão acontecer a portas fechadas, e transmitidas aos fiéis.

Os judeus

Em Israel, todos os judeus comemoraram o Pessach em casa, para evitar a propagação da doença. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu determinou o bloqueio geral no país até sábado às 19h. Quem sair, será parado pela polícia. 

A proibição visa a evitar aglomerações em sinagogas e jantares de família, a imagem mais simbólica desta festa. O governo enfrenta a resistência nas comunidades de ultraortodoxos, nas quais a incidência da doença é maior, por desafiarem o isolamento social. 

O uso de ferramentas tecnológicas para tais datas - como o Pessach, que começou em 8 de abril, indo até o dia 16 -  gera reação de alguns religiosos porque, durante os dois primeiros e os dois últimos dias da Páscoa judaica, que marca a libertação dos hebreus da escravidão no Egito, muitos judeus ortodoxos não usam eletricidade. Além disso, há restrições alimentares que também são dificultadas neste momento em que as escolhas são mais limitadas.

Apesar de o rabino-chefe de Israel se opor a essa opção, diversos rabinos seculares aderiram à transmissão de jantares via ferramentas de videoconferência. 

Os muçulmanos

Marcando um tempo de renovação da fé, da prática da caridade, de vivência da fraternidade e dos valores da vida familiar, no Ramadã,  que em 2020 vai acontecer entre 23 de abril e 24 de maio –  o jejum é observado durante todo o mês, da alvorada ao pôr-do-sol. Esse mês normalmente marca a frequência mais assídua à mesquita, para reverenciar Alá, uma vez que além das cinco orações diárias (salá), durante esse mês sagrado recita-se uma oração especial chamada Taraweeh , que é a oração noturna.

Na terça-feira, 7/4, o Egito tornou-se o primeiro país árabe a anunciar a suspensão de todas as atividades coletivas para o mês sagrado. As mesquitas do país deverão ficar fechadas até que não sejam confirmados mais casos do novo coronavírus no país, e as tradicionais refeições comunitárias serão suspensas durante o mês. O I’tikaf, quando muitos muçulmanos passam os últimos 10 dias do Ramadã em contemplação nas mesquitas, também não acontecerá

Da mesma forma, a Mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém antiga – o terceiro local mais sagrado para os muçulmanos –, fechou o local para os fiéis, seguindo as orientações de Israe, e ainda não se sabe se a abrirá perto do começo do Ramadã.

Na Cisjordânia, seguindo as orientações da Organização Mundial de Saúde, todas as mesquitas e igrejas estão fechadas, assim como na Faixa de Gaza.

A renovação coletiva

“Há semanas, parece que a tarde caiu. Densas trevas cobriram as nossas praças, ruas e cidades; apoderaram-se das nossas vidas, enchendo tudo de um silêncio ensurdecedor e de um vazio desolador… Nos vimos amedrontados e perdidos.”
Estamos todos no mesmo barco, disse o Papa, durante a “Oração pela Humanidade”, em 27/03,

Por um lado, todos nos sentimos como descreve o Papa; por outro, essa é época de celebrações que representam sacrifício e renovação nessas três religiões. A pandemia certamente reforça este significado, para muito além delas, para toda a humanidade.

Veja também, notícias sobre essas festividades, em nosso site
https://itaca.com.br/noticias/post/pascoa-coelhos-ovosde-onde-vem-tudo-isso
https://itaca.com.br/noticias/post/pessach-e-pascoa-qual-a-diferenca
https://itaca.com.br/noticias/post/pessach-pascoa-
https://itaca.com.br/noticias/post/pascoa-pessach

Guia produzido pelo Governo do Estado de SP:
Guia da quarentena

Referências:
https://g1.globo.com/mundo/blog/sandra-cohen/post/2020/04/08/pessach-pascoa-e-ramada-mediante-o-isolamento.ghtml
https://www.france24.com/en/20200409-judaism-religion-passover-pesah-paque-juive-benjamin-netanyahu-israel
https://www.france24.com/en/20200409-focus-passover-easter-ramadan-worship-in-a-time-of-lockdown
https://www.washingtonpost.com/religion/2020/04/03/easter-passover-ramadan-religious-coronavirus-closures/
http://www.rfi.fr/br/mundo/20200331-páscoa-e-outras-celebrações-religiosas-serão-limitadas-na-terra-santa-por-causa-do-coronav%C3%ADrus
https://oglobo.globo.com/mundo/rituais-de-pascoa-pessach-ramada-se-adaptam-covid-19-1-24361745
https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2020-03/papa-francisco-coronavirus-bencao-urbi-et-orbi.html
https://gulfnews.com/uae/covid-19-ramadan-eid-dates-in-2020-1.1586521127223
https://cidadeverde.com/coronavirus/104959/papa-faz-oracao-pelo-fim-da-pandemia-de-coronavirus-em-praca-sao-pedro-vazia
https://noticias.r7.com/internacional/por-pandemia-egito-suspende-atividades-publicas-para-o-ramada-07042020
https://piaui.folha.uol.com.br/pao-azimo-e-um-computador/

O que o planejamento urbano tem que ver, diretamente, com a saúde da população?

Esse é o alvo do projeto de doutorado, de autoria de Thiago Hérick de Sá, pesquisador do Departamento de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP-USP).  Ele participou de um estudo internacional realizado por pesquisadores da Austrália, Estados Unidos, Inglaterra, China e Índia,  que afirma que a implantação de um modelo de cidade compacta, possível em São Paulo  – onde as distâncias entre os locais de moradia, trabalho, comércio e serviços fossem mais curtas e as áreas urbanas tivessem maior densidade populacional e uso mais diversificado – poderia resultar em um aumento de 24,1% na atividade física dos paulistanos relacionada ao transporte, como caminhada e ciclismo.

Esse aumento no deslocamento ativo pode levar a uma diminuição de 4,9% na emissão de material particulado fino na atmosfera pelos veículos automotores e, consequentemente, a uma queda de 7% no número de casos de doenças cardiovasculares e de 5% no de diabetes tipo 2.

O estudo e a promoção do deslocamento ativo vêm crescendo mundialmente, dada sua estreita relação com problemas de saúde pública da atualidade, como a obesidade e o aquecimento global, e seu potencial de contribuir positivamente em áreas cruciais, como transporte, saúde e meio ambiente. O objetivo do projeto de doutorado, que teve apoio da Fapesp, era investigar a frequência, a distribuição e a variação temporal do deslocamento ativo no Brasil, bem como os efeitos dessa prática sobre condições de saúde da população.

Os resultados do estudo internacional foram publicados em uma série especial da revista Lancet sobre planejamento urbano, transporte e saúde, lançada durante a Assembleia Geral da ONU, no final de setembro, em Nova York, Estados Unidos.
“O objetivo da série foi quantificar os impactos da adoção de um modelo de cidade mais compacta e de um sistema de transporte mais sustentável sobre a saúde da população de cidades de diferentes regiões do mundo”, disse Sá à Agência FAPESP.

Além dos resultados para a saúde individual, haveria outros impactos positivos com as mudanças no uso da terra e no sistema de transporte, como a diminuição de mortes e lesões causadas por acidentes de trânsito.

Com base nessas estimativas, um modelo de cidade compacta deve contemplar 30% a mais de densidade e a diversidade do uso da terra e a redução da distância média dos trajetos também de 30%, com o objetivo de estimular a substituição do uso de automóveis pelo transporte público, bicicleta e caminhada nos deslocamentos na cidade. Além disso, os pesquisadores também substituíram, no modelo, 10% do transporte por veículos automotivos por deslocamento ativo (caminhada ou bicicleta).

Aplicou-se esse modelo nas cidades de Melbourne (Austrália), Londres (Inglaterra), Boston (EUA), São Paulo, Copenhagen (Dinamarca) e Délhi (Índia), com o intuito de projetar os efeitos dessas intervenções no uso da terra, no planejamento urbano e no padrão de transporte sobre a saúde da população, em cidades que apresentam diferentes níveis de desenvolvimento socioeconômico e de motorização.

A cidade de Melbourne, por exemplo, apresenta alta renda e é extremamente motorizada. Já as cidades de Boston, Londres e Copenhagen têm alta renda e são moderadamente motorizadas. São Paulo, por sua vez, apresenta renda média e é moderadamente motorizada. E Délhi possui renda baixa e tem se motorizado rapidamente, segundo os pesquisadores.

De acordo com os resultados dessas projeções, a implantação de tal modelo resultaria em um aumento da atividade física relacionada – como caminhada e ciclismo – em todas as cidades. Porém Sá explica que essa implantação depende da existência de estruturas dedicadas à caminhada e às bicicletas, como boas calçadas e ciclovias.

Em Melbourne, haveria uma redução estimada de 19% nos casos de doenças cardiovasculares e de 14% nos de diabetes tipo 2. Em Londres, uma diminuição de 13% na incidência de doenças cardiovasculares e de 7% na de diabetes tipo 2. Em Boston, essas reduções foram de 15% e 11%, respectivamente. E, em São Paulo, a queda foi de 7% no número de casos de doenças cardiovasculares e de 5% na ocorrência de diabetes tipo 2 – índices semelhantes aos de Copenhagen.

Além disso, todas as cidades participantes do estudo obtiveram redução da poluição do ar pelas emissões de partículas finas pelos veículos automotivos.  Embora a diminuição das emissões tenha sido maior em cidades mais motorizadas - como Melbourne (-12,4%), Boston (-11,8%), Londres (-10,1%) e Copenhagen (-10,9%) -, São Paulo (-4,9%) e Délhi (-3,2%) também registraram queda em menor grau, indicaram os pesquisadores.

“Grosso modo, as conclusões do estudo sobre as outras cidades também valem para São Paulo”, avaliou Sá. “Se tivéssemos uma cidade mais adensada, onde as pessoas morassem mais próximas uma das outras, com um uso de solo mais diversificado e um sistema de mobilidade mais sustentável, isso resultaria em grandes ganhos para a saúde da população”, estimou.

Deslocamento ativo
Em outro estudo recente, a pesquisa indagou se os riscos da exposição à poluição do ar poderiam anular os benefícios à saúde proporcionados pela atividade física durante deslocamentos ativos nas cidades.

Eles compararam os riscos da poluição do ar à saúde com os benefícios relacionados à atividade física durante deslocamentos ativos, usando uma ampla gama de possíveis concentrações de poluição do ar e de duração das viagens, a fim de estimar em que momento os prejuízos à saúde causados pela exposição à poluição do ar poderiam superar os benefícios.

Os resultados do estudo, publicado na revista Preventive Medicine, indicaram que os benefícios de caminhar e pedalar para se deslocar superam os malefícios da exposição à poluição do ar, na maioria das cidades no mundo, mesmo com muitas horas de deslocamento e em níveis elevados de poluição.

Em cidades como São Paulo, os malefícios seriam superados apenas após sete horas de pedalada ou 16 horas de caminhada por dia, apontaram os pesquisadores. “Esses percursos só poderiam ser feitos hipoteticamente por uma quantidade muito pequena de pessoas, como entregadores de postagens e encomendas”, avaliou Sá.
O artigo “Land use, transport, and population health: estimating the health benefits of compact cities” (doi: 10.1016/S0140-6736(16)30067-8), de Sá e outros, foi publicado na série especial da revista Lancet sobre planejamento urbano, transporte e saúde e pode ser lido integralmente em www.thelancet.com/series/urban-design.

Referências
http://agencia.fapesp.br/estudo_estima_impactos_do_planejamento_urbano_na_saude/24124/
http://www.bv.fapesp.br/pt/bolsas/134802/como-estamos-indo-o-estudo-do-deslocamento-ativo-no-brasil/
http://www.thelancet.com/series/urban-design

Não bastasse a preocupação com os mosquitos, começaram a ocorrer, há cerca de um ano, mais casos de aparecimento de escorpiões em residências da Grande São Paulo.

Mas calma! Não precisa se afobar. Eles não atacam à toa. Apenas se forem molestados, se se sentirem em perigo. Assim, basta ficar atento e tomar algumas precauções.

Segundo registros científicos, os escorpiões existem há mais de 400 milhões de anos e, atualmente, já estão catalogadas cerca de 1600 espécies; só no Brasil são 140 - e, dentre essas, destacamos duas, o Tityus bahiensis (escorpião marrom) e o Tityus serrulatus (escorpião amarelo), comuns em nossa cidade.

Os escorpiões são animais terrestres, de atividade noturna, que se escondem durante o dia em locais com terra, sombreados e úmidos; troncos de árvores; pedras; tijolos; construções; frestas de muros; dormentes de estradas de ferro; lajes de túmulos, entre outros.

Para se alimentarem,  capturam e matam animais, como baratas, grilos, cupins, aranhas de porte médio etc. As espécies comuns em nossa cidade estão bem adaptadas ao ambiente urbano, onde seu principal alimento é a barata.Seus inimigos naturais as corujas são gaviões, sapos, algumas espécies de aranha e lagartos, entre outros.

Ciclo de vida

A fêmea é vivípara, isto é, os filhotes desenvolvem-se dentro da mãe e o nascimento efetua-se por meio de parto, sendo a gestação de 2 a 3 meses, dependendo da espécie.

Uma ninhada pode ter até 20 filhotes, os quais ficam nas costas da mãe até conseguirem se alimentar sozinhos. Os filhotes ficam adultos com cerca de um ano de idade e os escorpiões vivem em média 3 a 4 anos.

Todas as espécies podem inocular veneno pelo ferrão, sendo considerados animais peçonhentos. A gravidade do envenenamento varia conforme o local da picada e a sensibilidade do acidentado e só um médico poderá avaliar e tomar decisões sobre o tratamento a ser ministrado. Tais acidentes geralmente ocorrem quando se manuseia material de construção ou entulho em residências e são mais comuns na primavera e no verão.

Suas cores variam do amarelo-palha ao negro total, passando por tons intermediários, como o amarelo-avermelhado, vermelho-amarronzado, marrom e tons de verde ou mesmo de azul.

Curiosidade

Quando há falta total de alimento, os animais desta espécie praticam o canibalismo para sobreviver, ou seja, devoram seus semelhantes. Os escorpiões conseguem comer quantidades imensas de alimento, mas conseguem sobreviver com 10% da comida de que necessitam, podendo passar até um ano sem comer e consumindo pouca água. quase nada durante sua vida inteira.

Previna os acidentes

O ataque de um escorpião, dependendo da espécie, pode ser muito grave, até para uma pessoa adulta. Como só atacam o ser humano quando se sentem acuados, anote algumas medidas básicas para evitar acidentes:

- Sacuda e examine calçados, toalhas e roupas antes de usar;

- mantenha limpos os locais próximos a residências, como quintais, jardins, sótãos, garagens e depósitos, evitando acúmulo de lixo, folhas, entulhos e materiais de construção;

- mantenha o ambiente familiar livre de baratas, reconhecidas como um dos principais alimentos dos escorpiões nos centros urbanos, acondicionando o lixo em recipientes fechados

- não coloque mãos e pés dentro de buracos, montes de pedras ou lenhas;

- use sempre calçados e luvas nas atividades de jardinagem;

- use telas em portas e janelas, se possível, e rolos de areia nas soleiras

- use ralos protetores;

- mantenha as camas a uma distância mínima de 10 cm das paredes.

Se encontrar um escorpião

Como veneno contra insetos não ajuda e não mata o bicho, o recomendado é que, ao se deparar com um, seja feita uma ação mecânica que mate o animal (chinelada ou batida com outro objeto pesado).

Caso necessite de orientação médica, acesse o serviço 24h do instituto Butantã, gratuito:
(11) 3723-6969
(11) 2627-9529
(11) 2627-9530
fax: (11) 2627-9528

Referências
http://www.aprag.org.br/index.php/para-o-consumidor/as-pragas-urbanas/43-para-o-consumidor/pragas-urbanas/165-escorpiao
http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/saude/vigilancia_em_saude/controle_de_zoonoses/animais_sinantropicos/index.php?p=4504
http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2016/01/escorpioes-tiram-sono-de-moradores-de-casas-em-sao-paulo.html
http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/infestacao-de-escorpiao-deve-aumentar-70-em-dois-anos=

dosite http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/08/1499052-moradores-da-regiao-da-lapa-em-sp-reclamam-de-infestacao-de-escorpioes.shtml
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