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postado sob 2019, ciências, EF1
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Durante cerca de 20 dias, o projeto Joaninha trouxe para o 2º EF1 uma vivência intensa, rica em discussões e aprendizados. De forma intuitiva, elementos da observação científica foram trabalhados de modo prático, experimental e participativo. 

A atividade sobre educação ambiental, realizada pelas três turmas de 2º ano do EF1, envolveu o estímulo à observação científica de características e do desenvolvimento e metamorfose de duas espécies de insetos do grupo conhecido popularmente como “Joaninhas”. Foi também desenvolvido o estudo do papel ecológico desses animais no controle da quantidade de outras espécies de insetos, na natureza, já que deles se alimentam. Esse processo é chamado “controle biológico” e é muito importante na diminuição e, por vezes, a eliminação do uso de agrotóxicos -  que, utilizados indiscriminadamente, matam tanto as chamadas “pragas da lavoura” como também insetos polinizadores, como as abelhas, por exemplo, além de serem potencialmente perigosos para os seres humanos. As populações das próprias joaninhas já estão muito ameaçadas, em decorrência da presença de grandes quantidades de inseticidas no ambiente.

Durante o projeto, as crianças tiveram oportunidade de conhecer três fases da vida do inseto analisado: larva, pupa e adulta. Espera-se que uma atividade prática como esta incentive os alunos, que pertencem à faixa etária compreendida entre 7 e 8 anos, a desenvolverem o espírito investigativo e de preservação do equilíbrio da natureza.

O material utilizado foi desenvolvido por especialistas em insetos e se compõe de larvas de duas espécies de joaninhas, um habitáculo, que as protege de predadores e que contém água e alimento, o qual se compõe de ovos de outros insetos. Esse conjunto é fornecido pelo engenheiro agrônomo, mestre em entomologia, Guilherme Trivellato, da empresa “Asas e Cores” ( www.asasecores.com.br). Houve também a utilização de jogo de tabuleiro, com perguntas e respostas a respeito das Joaninhas, especialmente sobre os cuidados que devem ser tomados até o momento de soltá-las na natureza, já no estágio de adultas.

Os insetos foram observados pelos alunos, em seus respectivos habitáculos, por cerca de 20 dias, durante os quais passaram pelo estágio de pupa,  posteriormente  tornando-se adultas, quando ganharam liberdade, sendo colocadas sobre plantas da escola, para que pudessem se manter por si mesmas, predando pulgões e outros insetos. (acesse as fotos desse processo na galeria de fotos)

Foram muitos os resultados obtidos, os imediatos, expressos em desenhos de observação produzidos pelas turmas (Galeria de fotos), nas conversas entre os alunos e professoras, analisando o que observavam, no despertar da curiosidade sobre os processos biológicos, entre outros.

Os resultados a longo prazo esperamos que sejam relacionados ao conhecimento das relações naturais entre os seres vivos e à formação da consciência da necessidade de preservação da biodiversidade.

VEJA ABAIXO O PROJETO COMPLETO, ATRAVÉS DO LINK DE ACESSO RESTRITO (apenas quem estiver logado conseguirá ver)

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